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TECNOLOGIA E ENTRETENIMENTO

Aplicativo Grubhub enfrenta processo por práticas comerciais ilegais nos EUA

22/03/2022 às 14:22
3 min de leitura
grubhub

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Aplicativo Grubhub enfrenta processo por práticas comerciais ilegais nos EUA

Alegando danos aos consumidores como taxas ocultas e preços elevados, o procurador-geral do distrito de Columbia, Karl Racine, abriu um processo contra o aplicativo de entrega de comidas, Grubhub. A acusação alega ainda que a empresa age por meio de práticas comerciais enganosas, exigindo o fim de todas elas, além de solicitar a restituição financeira e penalidades civis. 

Entre os argumentos do processo, está a propaganda de que as entregas são gratuitas e ilimitadas. Porém, o aplicativo cobra taxas no Grubhub Plus, inserindo como se fosse impostos sobre vendas

“O Grubhub enganou os moradores do distrito e aproveitou os restaurantes locais para aumentar seus próprios lucros, mesmo com os consumidores do distrito e as pequenas empresas lutando durante a pandemia da Covid-19” disse o procurador em comunicado. 

Segundo a denúncia, quem faz pedidos pelo aplicativo paga mais do que se fizesse a mesma compra diretamente do restaurante e menciona que a empresa não comunica isso aos clientes. 

Além disso, o Grubhub também listou muitos restaurantes sem permissão para expandir seu serviço, encaminhando pedidos por meio de seus serviços e recebendo uma comissão. 

A reclamação diz que listou “mais de mil” restaurantes que não tinham conexão com a empresa, afirmando que as listagens não aprovadas geralmente continham erros de menu e resultavam em pedidos que “levariam mais tempo para serem preenchidos, sendo entregues frios ou até mesmo sendo cancelados”.

O processo cita ainda o lançamento de microsites não autorizados que parecem ser sites oficiais de restaurantes, bem como números de telefone personalizados que permitem cobrar taxas quando os clientes ligam para os restaurantes, mesmo que não façam pedidos. 

Em sua defesa, o aplicativo informou que muitas das práticas citadas já foram eliminadas e que está aberto ao diálogo. 

“Estamos desapontados por eles terem avançado com este processo porque nossas práticas sempre cumpriram a lei de Washington e, de qualquer forma, muitas das práticas em questão foram descontinuadas. Defenderemos agressivamente nossos negócios no tribunal e esperamos continuar servindo restaurantes e lanchonetes”, informou a assessoria de imprensa. 

Via: The Verge

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Fonte: Olhar Digital

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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