Duplicação da Coronel Ponciano ficará para o segundo semestre
Vai ficar para o segundo semestre deste ano a duplicação da rua Coronel Ponciano em Dourados. A obra é aguardada pela população desde agosto do ano passado quando secretário de estado de infraestrutura, Eduardo Riedel, fez o lançamento durante audiência pública na Câmara Municipal. À época, restava lançar licitação para contratação de empresa, o que veio ocorrer um mês depois, mas em janeiro deste ano o processo foi cancelado para reajuste de valor da obra.
Nesta semana, a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), órgão vinculado ao Governo do Estado, voltou a lançar editar de licitação da Coronel Ponciano. O valor, no entanto, não foi divulgado e a vencedora será reconhecida apenas no dia 26 de abril, quando haverá a abertura de envelope das empresas que vão concorrer ao certame. O edital passado orçava a obra em R$ 20,2 milhões.
Conforme o novo edital, a empresa vencedora será responsável por realizar toda a pavimentação asfáltica da via, bem como drenagem de águas pluviais, restauração funcional do pavimento, ciclovia e sinalização viária do trecho entre a avenida Marcelino Pires e o chamado trevo do DOF, na BR-163.
De acordo com a Governo do Estado, o cenário macroeconômico nacional, que sofre os reflexos da pandemia, levou a revogação da primeira licitação. Os preços dos produtos se elevaram, com isso um aditivo ao orçamento foi incrementado na nova licitação.
A duplicação da via será da BR-163 até a rua Palmeiras, imediações do cemitério Municipal, trecho de aproximadamente 2,7 km. Da rua Palmeiras até a avenida Marcelino Pires, percurso de 1,5km, será feita revitalização, pois não há espaço para duas pistas.
Redução de
acidentes
Considerada uma das avenidas mais perigosas de Dourados, a revitalização e duplicação da Coronel Ponciano deverá reduzir em 50% o número de acidentes. A estimativa é da diretora-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito de Dourados (Agetran), Mariana Neto, responsável pela elaboração do projeto.
Com mais de 30 acessos a bairros populosos, a avenida conta com prédios públicos como UPA, Prefeitura, Detran e DOF, o que justifica o fluxo intenso de veículos. Levantamento do Corpo de Bombeiros aponta que a via registrou mais de 500 acidentes nos últimos 10 anos. A maioria deles (352) foram colisões, seguido de queda de moto (90).
Fonte: Dourados Agora




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