De olho na Copa, Argentina passa fácil por uma Itália sem rumo e fatura Finalíssima

De volta à ativa após 29 anos, a Finalíssima tem um campeão já conhecido: Argentina. A embalada Albiceleste, campeã da Copa América, encarou a desmotivada Itália, que venceu a Euro (mas sequer se classificou para Copa do Mundo), em Wembley, e, com autoridade, venceu por 3 a 0. 

Com a vitória, o selecionado comandado por Lionel Scaloni alcança o 32º jogo consecutivo sem derrota e segue subindo no ranking histórico das maiores invencibilidades do futebol de seleções.

Superioridade biancoceleste

O equilíbrio foi a marca dos primeiros minutos no Wembley. Di María quase surpreendeu no primeiro minuto, após arriscar um chute do meio campo, mas a bola não tomou o caminho do gol. Em resposta,  a Itália chegou com Raspadori, que tentou chute rasteiro e parou em Martínez.

Com o passar do tempo, porém, o selecionado comandado por Lionel Scaloni passou a ter mais a bola no campo ofensivo e, com intensidade no último terço, construiu uma boa vantagem ainda no primeiro tempo.

O primeiro gol saiu aos 28 minutos. Após bola recuperada no campo ofensivo, Lo Celso acionou Messi, que girou bonito para cima da marcação, invadiu a área e cruzou na boa para Lautaro Martínez, que, livre na pequena área, só teve o trabalho de empurrar para as redes.

A Azzurra ainda esboçou uma reação imediata, mas parou em uma finalização de fora de Barella. Até que aos 46, Lautaro Martínez passou como quis por Bonucci, avançou com espaço e enfiou grande bola para Dí Marinha, que deu uma cavadinha na saída de Donnarumma e ampliou o placar para os argentinos: 2 a 0.

Controle absoluto

Na volta do intervalo, o time comandado por Roberto Mancini emplacou uma postura mais agressiva nos primeiros minutos, mas não conseguiu traduzir a mudança de postura em grandes oportunidades de gol.

Diferente da Argentina, que, com certa tranquilidade, administrou bem a vantagem, trocou passes com tranquilidade e seguiu criando chances para aumentar o prejuízo italiano. Aos 15, Di María recebeu pela direita, se livrou de Emerson e bateu colocado. Atento, Donnarumma saltou bonito e mandou para escanteio.

Pouco depois, após mais uma recuperação de bola no campo ofensivo, Messi foi lançado pela direita e colocou na área. Lautaro não chegou na primeira trave, mas Lo Celso apareceu na segunda e finalizou na rede… pelo lado de fora.

Sem encontrar soluções para diminuir a superioridade adversária, a Itália seguiu sofrendo com os erros, principalmente na construção das jogadas. A Albiceleste, que nada tem a ver com isso, colocou na roda e ainda encontrou espaços para marcar mais um. Já nos acréscimos, após tentativa de drible de Messi, a bola sobrou limpa para Dybala, que bateu no canto e deu números finais à partida.

Fonte: Ogol

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