A Fifa divulgou novas regras para atender os casos dos atletas afetados pela guerra na Ucrânia. Jogadores com contrato com clubes do país e dos invasores russos poderão passar mais um ano afastados unilateralmente.
Na prática, a regra dá o direito de atletas em atividade na Ucrânia e na Rússia de deixarem os países, com contratos suspensos. O divulgado foi uma ampliação nas datas, já que até o meio de 2022 a suspensão já estava confirmada, e agora foi prorrogada até 30 de junho de 2023.
No caso da Ucrânia, que sofre com a invasão militar da Rússia, a regra acaba por proteger atletas e clubes – os primeiros sem salários garantidos devido ao caos e a impossibilidade de disputarem jogos. No futebol russo o futebol não precisou ser interrompido, mas a regra possibilita principalmente que atletas estrangeiros possam deixar o local para seguir carreira sem temer represálias.
No caso de jovens atletas, a Fifa também liberou a contratação de menores de idade que estejam em fuga da guerra. Dessa forma, clubes do resto do mundo podem receber esses jogadores sem responder pela proibição de contratação de menores, que já rendeu punição no passado a grandes clubes da Europa.
Diversos atletas protegidos pelas regras atuam hoje no Brasil, entre eles Júnior Alonso (Atlético Mineiro), Wanderson (Internacional), Maycon e Junior Moraes (Corinthians), e Pablo (Flamengo).
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Fonte: Ogol




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