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POLÍTICA

Zema diz que Kalil ‘detonou’ BH e lembra gestão de adversário no Atlético: ‘Depois que ele saiu, só melhorou’

27/06/2022 às 16:12
3 min de leitura
Romeu Zema

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Em entrevista ao Pânico, o pré-candidato defendeu sua reeleição para continuação de projeto em Minas Gerais: ‘Levei três anos para colocar o trem nos trilhos’

Nesta segunda-feira, 27, o programa Pânico recebeu o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Em entrevista, ele criticou seu adversário nas eleições, Alexandre Kalil, atual prefeito de Belo Horizonte. “Permanece o problema da enchente, permanece o problema da saúde na capital. Uma capital que tem dinheiro em caixa, que é rica. Então, a proposta dele é me atacar, mas eu não estou nem aí”, disse. O atual governador se comparou ao prefeito da capital mineira e relembrou a gestão de Kalil no Atlético-MG, que acumulou dívida prévia, saindo da diretoria do clube com R$ 487 milhões em débito. Por outro lado, o Galo se sagrou campeão Libertadores no mesmo período. “O histórico dele prova que, de certa maneira, é muito diferente do meu, né?  Aquilo que eu recebi, eu multipliquei; aquilo que ele recebeu, ele detonou, acabou. O Atlético, depois que ele saiu, só melhorou”, afirmou Zema.

Pré-candidato à reeleição para o governo de Minas Gerais, Zema se mostra otimista, mesmo que as pesquisas mostrem favoritismo de Alexandre Kalil. “Minha eleição é um exemplo claríssimo de que pesquisa muitas vezes não captura a realidade. Até o último dia da minha estudo eu estava em terceiro. No dia da eleição, fiquei em primeiro”, exemplificou. O político do Novo também relembrou a candidatura de Dilma Rousseff ao Senado em 2018, que sinalizava chance de vitória pelos censos eleitorais, mas acabou em quarto lugar. “As pesquisas muitas vezes falham, temos que tomar cuidado.”

Zema acredita que seu primeiro mandato não foi o suficiente para o Estado de Minas Gerais. Segundo ele, dívidas acumuladas o impediram de governar como desejava. “Levei três anos para colocar o trem nos trilhos, só ano passado conseguimos voltar a folha de pagamento em dia, depois de seis anos. No meu primeiro ano de governo, paguei o 13º salário em dez meses, mas conseguimos. É um avanço expressivo”, afirmou. “Sou pré-candidato porque em quatro anos não dá para consertar tudo, não. Teve prefeitura que suspendeu a folha de pagamento e começou a dar cesta básica”, concluiu.

 

 

Fonte: Jovem Pan News

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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