Lula condena invasão russa na Ucrânia, mas nega envio de armas para Zelensky: ‘Se mandar munição, entrarei na guerra’
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Em entrevista a Christiane Amanpour, da CNN International, presidente afirmou que comunidade internacional precisa dar condições para Putin acabar com conflito que completará um ano no dia 24 de fevereiro
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concedeu nesta sexta-feira, 10, uma entrevista em solo norte-americano e condenou a invasão da Rússia à Ucrânia. Na visão do petista voltou a rechaçar o envio de munições ao governo de Volodymyr Zelensky e considerou que uma eventual ajuda bélica implicaria em entrar no conflito. “Lógico que ela [a Ucrânia] tem o direito de se defender. Lógico que ela tem o direito de se defender até porque a invasão foi um equívoco da Rússia. Ela não poderia ter feito isso. Não quero entrar na guerra, quero acabar com a guerra”, pontuou. O chefe do Executivo brasileiro aproveitou para pedir aos agentes internacionais que possam auxiliar ambos os países a entrar em um consenso para que o conflito acabe e destacou a importância do Brasil no cenário global. “Mas eu posso te dizer que eu vou me dedicar para ver se encontro um caminho para alguém falar em paz. Eu tive com o primeiro, eu tive com o chanceler alemão esses dias e ele foi no Brasil”, disse, se referindo à ida de Olaf Scholz ao Planalto.
*Mais informações em instantes
Fonte: Jovem Pan News
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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