Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026
Menu
DESTAQUES

Mortos após terremoto na Turquia e na Síria se aproximam de 40 mil

15/02/2023 às 07:40
3 min de leitura
Brasil envia ajuda para Turquia

Anuncie Aqui

ONU prevê aumento acelerado do contingente à medida que as buscas e resgates são realizados nos territórios abalados

O último balanço de vítimas do terremoto de magnitude 7,8 que atingiu o sul da Turquia e noroeste da Síria aponta que o número de mortos pela tragédia se aproxima de 40 mil: 39.106. Ao todo, a Turquia conta 35.418 mortos e a Síria, 3.688. As busca por desaparecidos e resgate de sobreviventes continuam, o que gera expectativa de que o contingente de vítimas continue a crescer aceleradamente, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Na segunda e na terça-feira, as forças de segurança que atuam na região conseguiram encontrar pelo menos cinco pessoas com vida nos escombros na Turquia: um casal sírio de Antakya, uma das cidades mais afetadas pelo terremoto, que passou quase 210 horas nos escombros; dois irmãos que ficaram 198 horas presos aos destroços; e uma mulher na província de Hatay, que ficou presa nas ruínas por pouco mais de sete dias, 179 horas. Apesar dessas situações, chamadas por muitos de “milagres”,  as possibilidades de encontrar sobreviventes nos edifícios que desabaram são quase nulas.

Diante deste contexto, a ONU fez um apelo nesta quarta-feira, 15, por doações para ajudar a enfrentar as “imensas necessidades” de milhões de pessoas sem moradia ou alimentos na região. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, pediu aos Estados-membros da organização que contribuam “sem demora” com US$ 397 milhões para assegurar “a ajuda humanitária da qual precisam desesperadamente quase cinco milhões de sírios”, começando por “abrigo, atendimento médica e alimentos”. Guterres disse ainda que, em breve, será apresentado um pedido similar para ajudar a Turquia: “As necessidades são imensas e sabemos que a ajuda para salvar vidas não está chegando na velocidade e escala necessárias”, insistiu. “Uma semana depois dos terremotos devastadores, milhões de pessoas na região lutam para sobreviver, sem moradia e em temperaturas glaciais”, acrescentou. “Estamos assistindo a pior catástrofe natural na região europeia da OMS em um século e a ainda estamos medindo a dimensão”, afirmou uma fonte da Organização Mundial da Saúde (OMS).

*Com informações da AFP

Fonte: Jovem Pan News

Comentários

Anuncie Aqui

Alcance milhares de leitores

Imagem do avatar

Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

Ver mais matérias