O governo dos Estados Unidos oferece recompensa de US$ 10 milhões (cerca de R$ 50 milhões, na cotação atual) para quem fornecer informações que levem à prisão de Mikhail Matveev. O cibercriminoso russo é conhecido por Wazawaka e acusado de ser o mandante no desenvolvimento de ataques de ransomwares, inclusive no Brasil.

Ramsonware é um software que bloqueia computares para, depois, exigir um resgate para desbloqueá-los. É ai que os golpistas entram para negociar e extorquir as vítimas.
O cibercriminoso procurado pelos EUA

Quem foi atingido pelos ransomwares
O grupo LockBit, um dos quais Matveev é acusado de fazer parte, está na ativa desde 2019 e uma das vítimas foi a empresa de atendimento Atento, que é parceira de grandes companhias do Brasil. O golpe vazou dados e colocou o país como uma possível vítima frequente dos golpes.
Outras empresas, como a Accenture, e instituições oficiais, como o governo do Reino Unido e da Itália, também foram vítimas de ataques de ransomware.
Quadrilhas como Babuk e Hive também são citadas como uma ameaça pelo governo dos EUA; ambas são ligadas à Matveed, por meio de cibercriminosos na dark web.
Com informações de Departamento dos Estados Unidos
Fonte: Olhar Digital
Comentários