Jamaica supera retranca, elimina o Panamá e joga a pressão para o Brasil na última rodada
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A Jamaica encontrou dificuldades para bater o Panamá pelo placar magro de 1 a 0. Com um gol solitário marcado na etapa final, a seleção traduziu seu domínio em bola na rede e administrou sem correr riscos.
Com a vitória, a seleção jamaicana passa o Brasil na tabela e fica na segunda colocação, com quatro pontos, perdendo para a França nos critérios de desempate. Do outro lado, o Panamá sofreu a segunda derrota e encerrou as chances de classificação no Grupo F.
Como era esperado, a Jamaica dominou os primeiros 45 minutos e montou uma blitz em cima da defesa panamenha. A dificuldade de criar chances claras na primeira parte da etapa foi resolvida na reta final e o gol ficou por um triz.
Durante os 20 minutos iniciais, a seleção jamaicana criou apenas uma finalização perigosa protagonizada por Tiffany Cameron. No restante do período, o Panamá absorveu bem a pressão e especulou ofensivamente, mas também sem levar riscos à defesa adversária.
A partir da reta final, a Jamaica aumentou o tom da pressão e construiu as melhores chances de ir para o intervalo com a vantagem. Aos 35, Drew Spence recebeu liberdade e acertou a rede pelo lado de fora. No lance seguinte, Sampson cabeceou na gaveta para grande defesa de Bailey.
O abafa final das jamaicanas ganhou um último suspiro nos acréscimos. Em cobrança de falta na entrada da área, Drew Spence mandou por cima da barreira e acertou o travessão.
Na etapa final, o Panamá começou assustando e ameaçou mudar o panorama da partida, equilibrando as ações ofensivas. No primeiro lance, Cedeño testou firme e a zaga conseguiu tirar para escanteio.
A iniciativa panamenha permaneceu por poucos instantes até a Jamaica retomar o controle do duelo para desta vez ser efetiva. Aos dez, Allyson Swaby subiu sozinha em cobrança de escanteio e deu um leve desvio para ganhar as redes.
Com a vantagem, as Reggae Girls tiveram ainda mais tranquilidade para comandar a partida sem oferecer espaço às adversárias. Acelerando as jogadas somente em lances perigosos, a Jamaica adotou um tom administrativo e conduziu a partida para uma vitória magra, mas tranquila.
Somente na reta final, o Panamá se lançou ao ataque na base do vigor físico. Com dificuldade na organização para criar com a bola nos pés, a seleção apostou todas as suas fichas na bola aérea e não teve sucesso.
Fonte: Ogol
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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