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Pura emoção: Com três gols nos minutos finais, Espanha bate a Suécia e é primeira finalista

15/08/2023 às 06:15
3 min de leitura

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A primeira vaga na final da Copa do Mundo veio com muita emoção. Espanha e Suécia fizeram um jogo marcado pelo equilíbrio, que parecia caminhar para a prorrogação, mas ganhou contornos dramáticos na reta final. As espanholas abriram o placar a 10 minutos do fim, sofreram o empate a três minutos, e se classificaram a um minuto do fim do tempo regulamentar.

A Espanha chega na decisão com uma campanha de quatro vitórias e uma derrota nesta Copa do Mundo, dona do melhor ataque do torneio com 15 gols marcados. As espanholas aguardam a rival que sai do confronto entre Austrália e Inglaterra na quarta-feira (16), em jogo que acontece às 7h.

O primeiro tempo de Espanha e Suécia não foi dos melhores desta Copa do Mundo. Quem esteve presente no estádio Eden Park, em Auckland, na Nova Zelândia, viu um jogo com poucas progressões de jogadas, num jogo travado no meio de campo.

O principal ponto do placar zerado na etapa inicial foi a falta de pontaria. A Espanha até criou algumas oportunidades, mas custou a acertar o gol – na verdade, o primeiro chute a gol das espanholas foi apenas quando abriu o placar aos 35 do segundo tempo.

Pelo lado sueco, o primeiro tempo foi ainda mais morno, mas pelo menos com chute a gol. A primeira chance mais clara da partida foi com Fridolina Rolfö. A defesa espanhola saiu jogando errado, a bola caiu nos pés de Nathalie Björn, que cruzou para a atacante, que finalizou de primeira e Cata Coll fez uma linda defesa à queima roupa para garantir que o placar seguiria empatado para o intervalo.

O que faltou no primeiro tempo, veio com juros e correção no segundo. O jogo ganhou emoção, chances claras e contornos dramáticos. 

Até os 20 minutos da etapa final, a Suécia era dona das ações ofensivas mais agudas, ainda que nenhuma delas tão boa como a desperdiçada por Rolfo no primeiro tempo. Apesar disso, quem controlava a posse de bola era a Espanha, mas de modo infrutífero.

O jogo todo mundou a 10 minutos do apito final. Na verdade, um pouco antes quando o técnico Jorge Vilda resolveu apostar na jovem Salma Paralluelo. A jogadora, de 19 anos, havia classificado a Espanha nas quartas de final com um gol na prorrogação contra a Holanda, e voltou a brilhar. A Espanha chegou no ataque pela esquerda, com um cruzamento de Hermoso, que foi mal cortado e caiu nos pés de Paralluelo, colocada na marca do pênalti, que bateu de primeira e balançou a rede, 1 a 0.

Naquele momento, o jogo já parecia decidido e a festa da Espanha no gramado comprovava isso, mas não contavam com uma reação imediata da Suécia. Sem se entregar, as suecas chegaram ao empate com Blomqvist, em jogada iniciada num lançamento lateral. A três minutos do fim, parecia que o jogo seguiria para a prorrogação… Só que não!

A Suécia sequer teve tempo de comemorar o gol. Dois minutos depois de empatar o jogo, a seleção sueca viu a chance de voltar para a final depois de 20 anos acabar com um gol de Olga Carmona. A jogadora do Real Madrid recebeu a bola em cobrança de escanteio e garantiu a classificação para a final. A Espanha é finalista inédita!.

Fonte: Ogol

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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