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Confira como 2024 começou no mercado do boi gordo; veja preços

03/01/2024 às 13:37
3 min de leitura

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Confira como 2024 começou no mercado do boi gordo; veja preços

O mercado físico do boi gordo apresentou lentidão no primeiro dia útil do ano.

Segundo o analista da Consultoria Safras & Mercado, Allan Maia, o ambiente de negócios mostrou-se lento, com algumas unidades frigoríficas fora das compras do boi gordo e muitos pecuaristas ausentes.

A tendência é que a liquidez do mercado melhore gradualmente durante a quinzena. A maioria dos frigoríficos ainda aponta tranquilidade em relação à escala de abates; no entanto, algumas unidades de menor porte têm posições mais apertadas.

Nas próximas semanas, o mercado deve focar no comportamento de preços no atacado, agora que as festividades ficaram para trás, nas condições das pastagens e no ritmo da exportação brasileira.

Em São Paulo, as cotações não sofreram alterações no dia. A arroba do boi gordo ficou entre R$ 240/245, dependendo do padrão do animal.

Em Minas Gerais, as indicações ficaram estáveis. No Triângulo Mineiro, o boi gordo foi cotado a R$ 250/@ a prazo.

Em Goiás, os preços ficaram acomodados. A arroba foi precificada entre R$ 235/245 no sudoeste do estado.

Já em Mato Grosso do Sul, sem mudanças nos preços. Em Campo Grande, a arroba foi cotada a R$ 232 @ a prazo. Já em Dourados, o boi gordo também ficou em R$ 232/@ a prazo.

Em Mato Grosso, as indicações seguiram firmes. Na cidade de Cáceres, a arroba foi precificada a R$ 208 a prazo. Em Campos de Júlio, a arroba foi precificada a R$ 210 a prazo.

Boi no atacado
O mercado atacadista apresentou preços acomodados para a carne bovina.

A demanda pelos cortes bovinos foi positiva no final do ano, o que traz alguma expectativa para a reposição entre atacado e varejo no curto prazo.

Contudo, vale destacar que o perfil de consumo das famílias tende a mudar, passando de cortes mais caros para mais acessíveis, o que pode alterar a dinâmica de preços no atacado.

O corte traseiro tende a encontrar maior dificuldade para reajustes.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 20,20 por quilo. O quarto dianteiro ficou estável, em R$ 13 por quilo. A ponta de agulha foi foi precificada a R$ 13 por quilo.

Fonte: Dourados News

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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