Chuvas dificultam resgate por desaprecidos do terremoto no Japão; mortos chegam a 82
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Equipes de resgate enfrentam condições adversas na sequência de um terremoto devastador no Japão.
Na segunda-feira, 1º de janeiro, um terremoto de magnitude 7,6 atingiu a província de Ishikawa, no Japão. O epicentro estava localizado a 30 km a nordeste de Wajima. Este terremoto, que atingiu o nível 7 na escala japonesa de poder destrutivo, foi o mais devastador desde o terremoto de Kumamoto em 2016, que resultou em mais de 200 mortes.
As chuvas subsequentes estão dificultando os esforços de resgate, aumentando o risco de deslizamentos de terra. Apesar desses desafios, as equipes de resgate continuam suas operações incansáveis. Até agora, cerca de 2.000 militares, juntamente com 22 aviões e oito navios, foram enviados para auxiliar nas atividades de resgate e coleta de informações sobre os danos causados pelo terremoto.
As autoridades locais relataram que o número de mortos no terremoto chegou a 82. As cidades mais afetadas são Wajima, com 36 pessoas desaparecidas, e Suzu, onde 32 cidadãos ainda não foram encontrados.
Especialistas alertam para a possibilidade de réplicas do terremoto nas próximas semanas, que podem ser de grande intensidade. A população local e as equipes de resgate estão se preparando para essa eventualidade.
Fonte: Jovem Pan News
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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