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Mineração retoma crescimento em MS com R$ 275,9 milhões de taxas de compensação em quatro anos

22/02/2024 às 13:37
3 min de leitura

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A Contribuição Financeira de Recursos Minerais (CFEM) arrecadou R$ 275,95 milhões nos últimos quatro anos

Mato Grosso do Sul tem fortalecido seu setor de mineração, arrecadando R$ 275,95 milhões de Contribuição Financeira de Recursos Minerais (CFEM) nos últimos quatro anos. Esse valor representa um impulso significativo para o crescimento econômico e o bem-estar da população sul-mato-grossense.

A arrecadação foi realizada por 213 empresas que desempenharam um papel crucial nesse processo, gerindo de forma responsável os recursos minerais para garantir benefícios econômicos e sociais a longo prazo. Três municípios se destacaram em receita: Corumbá, classificado em 16º lugar nacional, com receita de R$ 194.278.132; Ladário, na 25ª posição nacional, com R$ 35.111.379; e Bela Vista, na 33ª posição nacional, contribuindo com R$ 19.150.527.

Jaime Verruck, secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, avalia que Mato Grosso do Sul tem se destacado nacionalmente na exploração de diversos minerais, incluindo ferro, manganês, calcários, calcíticos e dolomíticos, basalto, areia, argilas e saibro. Além disso, a extração de água mineral, folhelho, filito, granitos, areia, cascalho e argila é crucial para o desenvolvimento econômico e a infraestrutura estadual.

“Mato Grosso do Sul se destaca não apenas pela quantidade arrecadada, mas pela forma como esses recursos são geridos. Estamos investindo no futuro, equilibrando o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental”, salienta Verruck.

Entre as empresas que se destacam na arrecadação estão a MCR Mineração, empresa do Grupo J&F Mineração, que lidera com R$ 158.758.935; a Vetria Mineração, com contribuição de R$ 25.595.075 (12,18% do total); a MMX – Corumbá Mineração, com valor de R$ 19.606.205 (9,33% do total); e a Vetorial Mineração, com R$ 4.458.345 (2,12% do total).

As alíquotas aplicadas para a CFEM atualmente são de 3,50% no ferro, 3% para o manganês, 1% para calcários calcíticos e dolomíticos, e 1% para basalto. O setor desempenha um papel crucial no desenvolvimento econômico e na sustentabilidade do Estado, garantindo o uso responsável dos recursos minerais.

Eduardo Pereira, coordenador de Mineração e Gás da Semadesc, complementa que “a arrecadação recorde da CFEM reflete o compromisso das empresas e do Estado com uma exploração responsável. Estamos promovendo o desenvolvimento econômico sem comprometer nosso compromisso com a sustentabilidade”.

Verruck reforça que o Governo do Estado prioriza o crescimento sustentável, acreditando na prosperidade econômica aliada à responsabilidade ambiental. “Mato Grosso do Sul continua a ser um exemplo inspirador de como a colaboração entre o setor privado e o governo pode impulsionar o progresso, preservando simultaneamente o meio ambiente para gerações futuras”, concluiu.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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