CCJ da Câmara decide manter prisão de Chiquinho Brazão
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O deputado é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu aval para manter a prisão do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) em julgamento iniciado nesta quarta-feira (10). A decisão foi tomada por 39 votos favoráveis e 25 contra, com uma abstenção.
Chiquinho Brazão foi detido preventivamente sob a acusação de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora do Rio Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense. A ordem de prisão foi efetuada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
No dia 26 de março, o relator do caso, deputado Darci de Matos (PSD-SC), leu seu parecer defendendo a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão. Ele concordou com a tese do STF de que a prisão preventiva do deputado foi decretada por atos de obstrução à justiça, que, segundo o Supremo, “continuavam a ser praticados ao longo do tempo”.
Após a votação do parecer pela CCJ, a prisão de Brazão será analisada pelo Plenário da Câmara, que, por maioria absoluta (257 votos), dará a palavra final em votação aberta e nominal. A decisão final sobre a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão ainda está pendente.
Fonte: Jovem Pan News
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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