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Paralimpíadas de Paris começam hoje e Brasil tem nove representantes de MS

28/08/2024 às 09:42
3 min de leitura

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Paralimpíadas de Paris 2024: Brasil inicia competição com a maior delegação em edições fora do país

As Paralimpíadas de Paris 2024 têm início nesta quarta-feira (28), marcando o início de uma competição que promete ser histórica para o Brasil. Com uma delegação recorde de 279 atletas, dos quais 254 são esportistas com deficiência, o país está pronto para enfrentar o desafio. Dentre os representantes brasileiros, nove atletas são de Mato Grosso do Sul, que competirão em diversas modalidades.

Os atletas sul-mato-grossenses incluem sete competidores, um atleta-guia e uma auxiliar técnica, que estarão em ação nas modalidades de atletismo, canoagem e judô. Entre os destaques está o atleta douradense Paulo Henrique Andrade dos Reis, de 26 anos, que fará sua estreia no evento nas provas de atletismo.

No atletismo, Paulo Henrique se junta a Gabriela Mendonça Ferreira e Yeltsin Francisco Ortega Jacques, ambos de Campo Grande, além do atleta-guia Edelson de Ávila Almeida, de Iguatemi. Na canoagem, a competição contará com Débora Raiza Ribeiro Benevides, de Campo Grande, e Fernando Rufino de Paulo, de Mundo Novo, em busca de medalhas.

No judô, as atletas Erika Cheres Zoaga, de Guia Lopes da Laguna, e Kelly Kethylin Barros Victorio, de Campo Grande, contarão com o suporte da auxiliar técnica Anne Talitha Almeida Ferreira Silva, também de Campo Grande.

O Brasil chega às Paralimpíadas com força e experiência, incluindo nomes consagrados como Yeltsin Francisco Ortega Jacques, que conquistou o ouro nas Paralimpíadas de Tóquio 2020.

Com um histórico de 373 medalhas em 11 edições dos Jogos Paralímpicos, o Brasil se consolidou como uma potência paralímpica. A melhor campanha do país foi em Tóquio 2020, onde a delegação brasileira alcançou a sétima posição no quadro de medalhas, com 72 pódios, incluindo 22 ouros.

A expectativa do Comitê Paralímpico Brasileiro é manter ou superar o desempenho anterior, com uma meta de conquistar entre 70 e 90 medalhas e permanecer entre os oito melhores do mundo. Além disso, o CPB ampliou os valores das premiações para os medalhistas, proporcionando um incentivo adicional para os atletas em busca do ouro.

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André Vilela

Formado em Comunicação Social, atua no jornalismo digital com foco na agilidade e precisão da informação. Cobre o cotidiano das cidades sul-mato-grossenses, trazendo os fatos assim que eles acontecem. Apaixonado por tecnologia e novas mídias.

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