IBGE estima crescimento de 7% e Dourados ultrapassa os 260 mil habitantes
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IBGE estima crescimento de 7% e Dourados ultrapassa os 260 mil habitantes
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que Dourados continua em ritmo de crescimento populacional, consolidando-se como a segunda cidade mais populosa de Mato Grosso do Sul. De acordo com a estimativa publicada nesta quinta-feira (29/8), o município passou a abrigar 260.640 habitantes, um aumento significativo em relação aos 243.367 habitantes registrados pelo Censo 2022.
Esse crescimento representa um acréscimo estimado de 17.273 pessoas em dois anos, o que corresponde a um aumento de 7,1% na população douradense.
Dourados mantém sua posição como a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, atrás apenas da capital, Campo Grande, que atualmente conta com 954.537 habitantes.
Três Lagoas segue em terceiro lugar, com uma população de 141.435 pessoas. Já entre os municípios menos populosos do estado estão Jateí, com 3.620 habitantes, Figueirão, com 3.709, Taquarussu, com 3.730, e Alcinópolis, que possui 4.648 moradores.
No panorama estadual, Mato Grosso do Sul também apresentou um aumento populacional considerável. A população do estado, que em 2022 era de 2,7 milhões, chegou a 2.901.895 habitantes, indicando um crescimento de 144.895 pessoas, ou 5,26% nesta estimativa.
Mudança
Apesar desse crescimento, as projeções do IBGE indicam que o ritmo de expansão populacional no Brasil deve desacelerar até 2041, quando o país atingirá seu ápice demográfico com 220.425.299 habitantes, tendo como principal fator a queda da taxa de fecundidade no país.
A partir desse ano, a população brasileira começará a diminuir, devendo chegar a 199.228.708 habitantes em 2070. Entre os estados, Mato Grosso será o único que não apresentará crescimento negativo ao longo desse período.
Em Mato Grosso do Sul, a redução populacional está prevista para começar em 2053.
Estados como Rio Grande do Sul e Alagoas devem ser os primeiros a enfrentar a redução de habitantes, já em 2027, seguidos pelo Rio de Janeiro, em 2028. Izabel Marri, gerente de Estudos e Análises Demográficas do IBGE, esclarece que esse recuo será desigual entre as regiões.
“A migração entre unidades da federação é um fator muito importante nas dinâmicas populacionais. Alguns estados são a origem e outros, o destino desses migrantes. Isso vai fazer com que cada estado tenha sua inflexão populacional em um momento diferente”, explica.
Fonte: Dourados News
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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