Entenda como deve ficar o repasse de emendas parlamentares e o que falta para projeto ser aprovado
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A Câmara dos Deputados aprovou uma nova regulamentação para as emendas parlamentares, após um entendimento com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Essa mudança exigirá que o Executivo reduza em R$ 11,5 bilhões suas despesas programadas para o ano de 2025, com o objetivo de destinar esse montante às emendas de comissão. O total disponível para emendas impositivas, tanto individuais quanto de bancada, aumentará de R$ 39 bilhões para R$ 50,5 bilhões. A proposta ainda aguarda votação no Senado. Esse corte nas despesas ocorre em um contexto em que a equipe econômica do governo busca apoio para implementar medidas que, embora impopulares, são consideradas essenciais para controlar o crescimento das despesas no futuro.
Entre as ações propostas estão a definição de um teto para o aumento das despesas obrigatórias e alterações nas políticas sociais. Apesar das críticas direcionadas às emendas parlamentares, frequentemente vistas como ineficientes, a proposta recebeu apoio de vários partidos, incluindo o PT. O texto aprovado assegura a reserva de recursos para emendas individuais e de bancada em 2025, além de incluir os R$ 11,5 bilhões para emendas de comissão. A partir de 2026, haverá um limite para o crescimento dos valores sugeridos pelos parlamentares.
A Casa Civil anunciou que R$ 5,75 bilhões dos R$ 11,5 bilhões destinados às emendas não impositivas serão alocados para a área da Saúde. Isso resultará em um corte equivalente de R$ 5,75 bilhões nas demais despesas do governo.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias
Fonte: Jovem Pan News
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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