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POLÍTICA

Mauro Cid relembra regime militar em mensagens sobre suposto golpe de Estado

27/11/2024 às 15:54
3 min de leitura
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, deixa a sede da Polícia Federal em Brasília

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O relatório da Polícia Federal tornado público após a retirada do sigilo pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes trouxe à tona revelações sobre uma suposta tentativa de golpe no Brasil. Há no documento uma menção ao regime militar, em conversa na qual aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro estariam guardando um decreto para dar início a um golpe de Estado. Em um dos trechos, são citadas mensagens trocadas entre os envolvidos, nas quais Mauro Cid faz referência à ditadura, afirmando que “em 64 não precisou de ninguém assinar nada”.

Essa declaração sugere uma tentativa de justificar ou legitimar ações golpistas sem a necessidade de formalidades legais. Outro participante da suposta trama responde a essa mensagem dizendo que “[nós, os militares] fomos covardes”. A investigação da Polícia Federal concluiu que a tentativa de golpe não se concretizou devido à falta de apoio do alto comando do Exército. Este fator foi crucial para impedir que o plano avançasse. A PF indiciou 37 pessoas, organizadas em seis núcleos.

*Com informações de Aline Becketty

*Reportagem produzida com auxílio de IA

Fonte: Jovem Pan News

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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