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INTERNACIONAL

Acordo China-EUA é um presente de dia das mães para os mercados

12/05/2025 às 21:16
3 min de leitura
Donald Trump e Xi Jinping montagem

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Depois das tarifas protecionistas da China e dos EUA chegarem a níveis estratosféricos – 125% e 145%, respectivamente -, inviabilizando o comércio entre ambos, finalmente as duas superpotências chegam a um acordo, válido para os próximos 90 dias. A nova tarifa de bens exportados da China para os EUA é de 30%. Já os produtos americanos já chegam na China com 10% de imposto alfandegário. Apesar do recuo, as tarifas ainda são maiores do que antes do “liberation day” (25% dos EUA contra a China e 10% da China contra os EUA).

Provavelmente, o recuo de Donald Trump tem menos a ver com sua estratégia de negociação, e mais com o déficit recorde na balança comercial em março e o aumento das exportações da China em abril. Com a ineficácia das tarifas para atingir a China, Trump avaliou os riscos e renegociou as tarifas com a China. De qualquer modo, se as tarifas permanecerem neste patamar, o comércio internacional se torna sustentável. Não à toa, as bolsas operaram em forte alta nos EUA, e o dólar se valorizou no mundo inteiro. Esse acordo foi um verdadeiro presente de dia das mães para o mercado.

 

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

Fonte: Jovem Pan News

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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