Decreto do prefeito do Rio que proíbe música em quiosques gera polêmica
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O recente decreto assinado pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que proíbe a execução de música em quiosques e impõe novas regras para os barraqueiros da orla, gerou uma onda de críticas e resultou em uma ação judicial. O Instituto Brasileiro de Cidadania (Ibraci) entrou com um pedido na Justiça para suspender a proibição musical, argumentando que a medida pode ter um impacto negativo na economia local.
Durante uma audiência pública realizada na Câmara Municipal, músicos e representantes da classe artística expressaram suas preocupações em relação aos danos financeiros e culturais que o decreto pode causar. Os vereadores também se manifestaram contra as novas diretrizes, que incluem a proibição da venda de bebidas em garrafas de vidro e a mudança na identificação das barracas.
O presidente da Câmara, Carlo Caiado, anunciou a formação de uma comissão que irá dialogar com o prefeito sobre o Estatuto da Orla, buscando uma revisão das regras estabelecidas. “Estamos criando a comissão pelo diálogo e pela centralidade. Nesse sentido, o diálogo com o prefeito sempre foi bom. Renato Moura vai nos liderar”, afirmou Caiado.
Publicada por Nátaly Tenório
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Fonte: Jovem Pan News
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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