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Justiça mantém prisão de grupo suspeito de integrar célula do PCC

23/05/2025 às 08:41
3 min de leitura
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Grupo foi flagrado com quase 600 quilos de maconha em chácara no Distrito Industrial de Dourados

A Justiça converteu em prisão preventiva a detenção dos quatro homens flagrados com quase 600 quilos de maconha em uma chácara no Distrito Industrial de Dourados. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (22), durante audiência de custódia conduzida pelo juiz Ricardo da Mata Reis.

Bruno Laurentino da Silva, Diogo Ifran Vargas, Hemerson Marcos Cosine, conhecido como “Calunga”, e Valter Nunes do Nascimento foram presos na terça-feira (20). Eles são investigados por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Conforme a Polícia Civil, os quatro fazem parte de uma célula da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A droga, aproximadamente 577 quilos de maconha, estava armazenada em uma câmara fria e seria distribuída principalmente para o estado de São Paulo.

Na audiência, o juiz considerou suficientes os indícios de autoria e materialidade. Além disso, destacou a gravidade concreta do caso, reforçada pela grande quantidade da droga apreendida.

Outro ponto citado foi a tentativa de Diogo em obstruir a investigação ao destruir seu celular durante a abordagem policial. Por esse motivo, o juiz autorizou a quebra do sigilo de dados dos celulares apreendidos com os suspeitos.

A decisão também incluiu uma ordem à direção da unidade prisional para garantir tratamento médico a Diogo, que sofre de bronquite asmática e faz uso contínuo de medicamentos.

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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