Bolsonaro era ‘centro decisório’ e ‘principal destinatário’ das ações da ‘Abin paralela’, segundo relatório da PF
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Em relatório apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro era o “principal destinatário do produto das ações clandestinas e da instrumentalização da Abin”. “Ao tempo, dirigida por Alexandre Ramagem conforme se depreende das próprias anotações do então Diretor da Abin”, completa o documento. Apesar de sua implicação, Bolsonaro não foi indiciado, pois já enfrenta um processo no STF relacionado a uma suposta trama golpista. A decisão sobre eventuais novas acusações ficará a cargo da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A investigação teve início após a descoberta da aquisição de um sistema de espionagem pela agência, que visava monitorar alvos específicos. Os documentos encontrados com Ramagem continham referências diretas a Bolsonaro, com títulos como “Bom dia Presidente” e “PR Presidente”, evidenciando a conexão.
A PF atribui ao ex-presidente Jair Bolsonaro e ao vereador do Rio Carlos Bolsonaro o comando de uma organização criminosa que, segundo a corporação, usou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionagem política e ataques às urnas eletrônicas. A revelação das ações da Abin paralela levanta questões sobre a utilização de recursos públicos para fins pessoais e políticos.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Carol Santos
Fonte: Jovem Pan News
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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