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INTERNACIONAL

Casa Branca considera limitar compartilhamento de informações sigilosas sobre o Irã com o Senado

26/06/2025 às 14:54
3 min de leitura

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A administração da Casa Branca está considerando limitar o compartilhamento de informações sensíveis com o Congresso, em resposta a vazamentos que comprometeram a narrativa do presidente Donald Trump sobre os bombardeios realizados pelos Estados Unidos no Irã. Essa decisão pode intensificar as tensões durante a reunião agendada com senadores para esta quinta-feira (26). Os principais responsáveis pela segurança nacional, incluindo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o secretário de Estado, Marco Rubio, estão programados para se reunir com os parlamentares.

Por outro lado, Tulsi Gabbard, que ocupa o cargo de diretora de Inteligência Nacional, não estará presente e já havia declarado que as agências de inteligência dos EUA concluíram que o Irã não está em processo de desenvolvimento de armas nucleares. Chuck Schumer, líder da minoria no Senado, manifestou sua preocupação e pediu que a Casa Branca reverta a decisão de restringir o repasse de informações confidenciais, argumentando que o Congresso tem o direito de ser informado sobre questões de segurança nacional.

Uma análise preliminar da inteligência americana, divulgada pela CNN, sugere que os bombardeios atrasaram o programa nuclear do Irã, mas não o eliminaram completamente. A administração Trump, no entanto, contesta essa avaliação, afirmando que os ataques destruíram os alvos de forma eficaz. Ratcliffe, divulgou em comunicado que os bombardeios causaram danos significativos ao programa nuclear iraniano.

Embora oficiais militares, como o general Caine, tenham reconhecido que houve danos consideráveis, não confirmaram que as instalações foram totalmente destruídas. Parlamentares do partido democrata criticaram a falta de comunicação do governo com o Congresso sobre os ataques, citando a Resolução dos Poderes de Guerra, que exige notificação em até 48 horas após qualquer ação militar.

Em um memorando enviado ao Congresso, Trump justificou os ataques como uma medida para proteger cidadãos americanos e garantir a segurança nacional. As reuniões com os membros do Senado e da Câmara foram adiadas, em parte devido a negociações em andamento para um cessar-fogo e ajustes nas agendas de viagem dos parlamentares.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

Fonte: Jovem Pan News

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Fernando Bastos

Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.

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