A união da direita é a solução para o Brasil?
MUITA COISA ainda vai acontecer até 2026, mas tudo sinaliza que teremos aí um cenário com muitos bons e fortes candidatos de direita, para todos os cargos. Acredito que o maior nome, Jair Bolsonaro, possa readquirir os seus direitos políticos. De toda forma, a direita está se fortalecendo, cada vez mais. O Partido Novo faz parte desta história, e tem trabalhado em todo o Brasil, com mais força ainda no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, embora também haja ações no Norte e Nordeste. É o partido de maior coerência, o mais propositivo, e com certeza esse trabalho terá reflexo a longo prazo. Estamos construindo uma marca que será respeitada, que vai identificar muito bem que esse partido é aquele em que se pode confiar. (Romeu Zema)
Precisamos continuar acreditando em uma política que não é oportunista. Naqueles que, mesmo perdendo, mesmo sendo voto vencido, mantém sua postura e suas propostas. Tudo tem um começo, uma semente… Pode perder no agora, mas tem valor muito grande no longo prazo. É uma caminhada, um passo a passo. Aqueles que são realmente patriotas estão unidos em todas as questões para o bem do nosso país? Talvez toda a direita deveria caminhar unida, seria o ideal… Mas há questões partidárias, pessoais. E a empreitada individual de alguns candidatos tem um lado positivo — mostra que a direita tem bons nomes e não depende apenas de uma pessoa, como a esquerda tem feito. Até onde vai o lulopetismo? Sem Lula, quem fica?
NO BRASIL atual, a pauta principal é a segurança pública, que é uma tragédia… Somos recordistas mundiais de homicídios, o crime organizado só cresce, e nenhuma medida efetiva tem sido tomada. Outra bandeira é o combate à corrupção, que voltou com força no governo Lula 3 e o escândalo dos aposentados está aí como exemplo claríssimo. A direita também sempre defendeu a liberdade de expressão, as liberdades individuais e, com certeza (assim esperamos), deverá pôr fim a essa política revanchista e ultrapassada que está prevalecendo no governo lulista. Além disso, a nossa posição internacional por causa do petismo é vergonhosa. O Brasil poderia ser um país importante, mas prefere juntar-se com o que há de pior no mundo…
Continuamos naquela idolatria a regimes autoritários e socialistas como Cuba e Venezuela, com um distanciamento dos países com os quais o Brasil deveria se espelhar, principalmente as democracias ocidentais. Parece que, mais uma vez, estamos indo na contramão da história. Não há nenhum programa maior de intercâmbio com economias avançadas, e essa aproximação com países menores, de regimes ditatoriais, com censura e restrição à liberdade de expressão, é preocupante. Com o crescimento da direita e com a baixa popularidade recorde do atual governo lulopetista, o povo de bem deste país está se fortalecendo para que, um dia (o quanto antes), possamos retomar a nação de “ordem e progresso”, gigante pela própria natureza!
POSSO DIZER que não estarei na disputa presidencial. Se tiver plano eleitoral, será para o governo do Paraná. Bolsonaro é a liderança mais forte, apesar das restrições jurídicas. Caso ele não possa concorrer, temos nomes como Tarcísio, Caiado, Ratinho Júnior, Zema… O importante é que o campo da direita esteja unido contra um novo governo do PT. Preocupa muito o que estamos vendo: uma progressiva deterioração institucional. É uma escalada da criminalidade, um enfraquecimento da economia. Combati o crime organizado no Ministério da Justiça e sou o único ex-ministro da Justiça alvo de plano de vingança do crime. Precisamos endurecer contra o crime. O papo de que endurecer não resolve a criminalidade é falácia. (Sérgio Moro)
Em São Paulo, na atual gestão, houve uma política pública rigorosa de segurança e combate aos criminosos. Desta forma, os dados atuais estão mostrando que a criminalidade está diminuindo, homicídio, assaltos etc. Mas, e os grandes criminosos da corrupção deste país? Todos soltos? Mesmo quem já foi processado e condenado? Por quê? O que é curioso é que ninguém diz que os condenados são inocentes. Mas sempre acham uma filigrana para invalidar os processos. O país está doente moralmente. Hoje, qualquer operação contra a corrupção tem destino incerto. Veja o caso do INSS: se fosse na Lava Jato, os responsáveis já estariam presos. E não tem ninguém preso até o momento! Na Lava Jato isso seria impensável…
A DERRUBADA política da Lava Jato é a causa desse novo escândalo — os ladrões se sentiram à vontade para roubar. E agora estão roubando os mais vulneráveis: aposentados por invalidez, viúvas, órfãos… A AGU propôs bloqueio de bens de entidades envolvidas, mas excluiu a Contag, que foi a maior beneficiária. Isso não tem explicação. A Contag, inclusive, estaria por trás de emendas para acabar com a necessidade de revalidação da autorização dos descontos. Isso sem falar do sindicato cujo vice-presidente é irmão do Lula. Por que foram excluídos? É por isso que precisamos da CPMI. É um crime gigante, cruel, em que TODOS precisam ser devidamente investigados e os culpados precisam ser exemplarmente responsabilizados!
E o caso do juiz Marcelo Bretas? Ele foi condenado com base numa delação de um advogado, que nem foi homologada pelo STJ. Usaram isso para punir o juiz que prendeu Sérgio Cabral. Agora querem até impedir que ele advogue. Lembro do Rui Barbosa defendendo a magistratura em 1896. Hoje, vivemos algo semelhante. O xerife é preso e o bandido é solto? É uma vergonha absoluta. E, veja só, o Brasil mandou avião da FAB para buscar uma primeira-dama corrupta do Peru e dar asilo político a ela. Como pode? É uma inversão completa de valores. Precisamos restaurar o equilíbrio entre os poderes. Fui juiz por 22 anos e respeito o Judiciário, mas temos visto decisões preocupantes. O STF tem criado instabilidade. (Sérgio Moro)
O SUPREMO, ao julgar o artigo 19 do Marco Civil da Internet, acabou legislando. Isso é tarefa do Congresso. O STF pode declarar qualquer lei inconstitucional. Mas reescrever leis não está em seu mandato. Só com uma nova maioria no Congresso será possível restabelecer as prerrogativas do Parlamento. Não é guerra entre poderes, mas equilíbrio. E sobre o PL da Anistia, que está engavetado, o que podemos esperar? É inacreditável. Temos gente condenada a 16, 17 anos, inclusive uma senhora de idade. Isso é absolutamente injusto. Mas, para que avance, precisa-se de construção política. Essas pessoas já sofreram demais. O ideal é a anistia. Uma redução de penas, no mínimo. O que importa é que essas pessoas voltem para casa…
Jair Bolsonaro voltou a convocar seus apoiadores para o ato em defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, marcado para este domingo (29), na Avenida Paulista, em São Paulo. Em entrevista concedida nesta quarta-feira (25) à rádio Auriverde, Bolsonaro pediu mobilização e resiliência: “Não desistam. Se jogarmos a toalha, é sinal de que o sistema venceu. Eu quero é que a democracia vença”. Este será o terceiro ato promovido por aliados do ex-presidente em São Paulo desde 2023. A manifestação, segundo Jair Bolsonaro, tem como objetivo pressionar pelo perdão/anistia aos envolvidos nos ataques à Praça dos Três Poderes e fortalecer o apelo por uma justiça “equilibrada”. (Fonte: gazetadopovo.com)
DURANTE a entrevista, Bolsonaro afirmou não compreender por que setores da esquerda se opõem à anistia. Para sustentar sua defesa, citou o exemplo histórico da anistia de 1979, concedida pelo então presidente João Figueiredo, que beneficiou militantes da luta ARMADA e agentes do regime militar. “Aquilo pacificou o país. Por que agora não podemos fazer o mesmo?”, questionou. Para o ex-presidente, anistiar os presos e trazer de volta os brasileiros que se exilaram após o 8 de janeiro seria um gesto de reconciliação nacional. “É hora de pacificar o Brasil, passar uma borracha nisso tudo e olhar pra frente”, afirmou. O ato de domingo deve reunir parlamentares aliados, familiares de presos e apoiadores de diversas regiões do país.
A gente está vivendo uma fase obscura do setor judiciário. Infelizmente, temos hoje filhos órfãos de pais vivos. Eu pude viver isso na pele quando vi meu pai sendo arrancado de casa sem ter cometido um crime sequer. Ele sempre ensinou que tudo se conquista com trabalho. Construiu sua história como empresário e nunca foi político — foi ministro técnico no governo Bolsonaro, reconhecido por ações como a isenção de vistos para países importantes. Foi muito triste ver ele sendo preso injustamente. Essa prisão teve também um efeito psicológico, uma tentativa de impor medo. Estão tentando amedrontar os aliados de Bolsonaro. Mas o que não nos mata, nos fortalece. Precisamos continuar lutando e acreditando. (Gilson Machado Filho)
COMO DIZ a Bíblia: “Não temas” — isso aparece 365 vezes nas Escrituras. Vamos lutar para eleger senadores com coragem, parlamentares que equilibrem os poderes. Hoje, o Senado tem deixado o STF mandar no Brasil. A gente precisa de independência, não de submissão. A direita tem engajamento nas redes e nas ruas, e isso incomoda. A maioria do POVO não entra mais na conversa do esquerdismo. Agora, estão jogando sobre as plataformas a responsabilidade de remover conteúdo? Com medo de multas, elas podem tirar mesmo, com base em qualquer denúncia. Isso é censura disfarçada. Hoje é contra a direita, amanhã pode ser contra qualquer um. Precisamos de união e lucidez. Nem na ditadura militar vimos algo assim…
Fonte: Dourados News




Comentários