Trinta e dois cubanos morreram em ataque dos EUA à Venezuela

US Department of Justice federal officers stand guard outside the Metropolitan Detention Center, where ousted Venezuelan President Nicolas Maduro is being held, in the Brooklyn borough of New York City, on January 4, 2026. Venezuela's deposed president Nicolas Maduro is scheduled to appear before a federal judge in New York at noon on January 5, to be formally notified about the charges against him, the court said. Maduro and his wife, Cilia Flores, were seized by US forces during a pre-dawn raid on January 3 in Caracas and brought to New York to face charges of

No total, 32 cubanos morreram durante o ataque das forças americanas que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro na Venezuela, informou no domingo o governo da ilha.

“Como resultado do ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a irmã República Bolivariana da Venezuela (…) perderam a vida em ações de combate 32 cubanos”, informou o governo em um comunicado lido na televisão nacional.

Admitiu que os militares, todos membros das Forças Armadas Revolucionárias ou do Ministério do Interior, cumpriam missões na Venezuela “a pedido de órgãos homólogos” daquele país, um forte aliado da ilha.

Maduro foi retirado do país no sábado junto com sua esposa, Cilia Flores, em uma operação militar dos Estados Unidos, onde é acusado de narcotráfico e terrorismo. Nesta segunda-feira deve ser apresentado a um juiz de Nova York, por acusações de narcotráfico e terrorismo.

O comunicado oficial ressaltou que os militares cubanos “cumpriram de forma digna e heroica o seu dever e caíram, após férrea resistência, em combate direto contra os agressores ou como resultado dos bombardeios às instalações”.

O governo decretou dois dias de luto nacional a partir do amanhecer desta segunda-feira e anunciou que “organizará as ações correspondentes para lhes render a merecida homenagem”.

“Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que caíram enfrentando terroristas com uniforme imperial”, escreveu no X o presidente Miguel Díaz-Canel.

*Com AFP

Fonte: Jovem Pan News

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