A Arábia Saudita, Omã e Qatar pressionam o governo dos Estados Unidos para não atacar o Irã, palco de manifestações contra o regime teocrático. Os países árabes argumentam que uma tentativa de derrubada de Teerã abalaria o mercado de petróleo, o que poderia prejudicar, até mesmo, a economia norte-americana. Apesar do pedido, Washington afirmou às nações que uma ação em território iraniano “é mais provável do que improvável”. As informações são do jornal The Wall Street Journal.
Um funcionário da Casa Branca afirmou ao veículo que “todas as opções” de medidas contra o Irã foram apresentadas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A fonte ainda disse que o republicano “tomará a decisão que considera melhor” em resposta à situação no país do Oriente Médio.
Nesta terça-feira (13), o líder norte-americano incitou os “patriotas iranianos” a continuarem com os protestos e a “assumir o comando e controle de suas instituições”. Por meio de publicação em seu perfil no Trust Social, Trump disse que ajuda aos manifestantes “está a caminho”.
Desde 28 de dezembro, múltiplas cidades no Irã são palco de manifestações. No início, o movimento era contra o aumento do custo de vida, mas, com o passar dos dias, os protestos passaram a contestar o regime teocrático instaurado no país depois da Revolução Iraniana, de 1979. Segundo informações da Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (Hrana, na sigla em inglês), nesta terça-feira (13) o número de mortes registrados pela organização subiu para 2.003.
Fonte: Jovem Pan News




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