O Departamento de Estado dos EUA confirmou a soltura de cidadãos americanos nesta terça-feira; a medida ocorre após o presidente Donald Trump cancelar novos ataques militares ao país.
O governo interino da Venezuela, liderado por Delcy Rodríguez, deu início a um processo de libertação de presos políticos e cidadãos estrangeiros. A movimentação, que começou na última quinta-feira (08/01/2026), foi confirmada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos nesta terça-feira (13/01).
Libertação de Cidadãos Americanos
Embora o governo americano não tenha divulgado detalhes oficiais sobre a identidade ou o número exato de libertos, fontes diplomáticas indicam avanços significativos:
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Confirmação Oficial: O Departamento de Estado saudou a medida, classificando-a como um “passo na direção certa”.
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Estimativas: Fontes sob anonimato afirmam que pelo menos cinco americanos foram soltos esta semana: um na segunda-feira (12) e quatro nesta terça-feira (13).
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Contexto Prévio: Em julho do ano passado, dez americanos já haviam sido libertados em um acordo de troca envolvendo a repatriação de migrantes salvadorenhos.
Resposta de Donald Trump
A soltura dos primeiros grupos de prisioneiros gerou uma reação imediata do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump:
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Cancelamento de Ataques: Na sexta-feira (09), Trump comemorou as liberações e, como contrapartida, anunciou o cancelamento de uma “segunda onda de ataques” militares que estava planejada contra a Venezuela.
Divergências sobre o número de presos políticos
A transparência do processo de libertação é alvo de controvérsias entre o governo interino e organizações de direitos humanos:
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Dados da ONG Foro Penal: A organização confirmou a libertação de 56 presos políticos até a noite de terça-feira, mas criticou a falta de clareza nas informações oficiais.
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Versão do Governo: As autoridades venezuelanas contestam os números e afirmam que 400 pessoas foram soltas.
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Falta de Provas: Até o momento, o governo interino não apresentou a identificação dos libertados ou provas documentais das solturas, dificultando a verificação se os detidos possuíam motivações políticas.
A maioria dessas prisões ocorreu durante a onda de protestos contra as eleições de 2024, marcadas por denúncias de fraude na vitória de Nicolás Maduro, deposto no início de 2026.




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