O órgão visa resolver conflitos globais e fiscalizar o plano para o fim da guerra em Gaza; Lula e Putin estão entre os convidados, enquanto a França já recusou a proposta.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou diversos líderes internacionais para integrar o recém-proposto Conselho de Paz. O objetivo principal do órgão é mediar conflitos globais e fiscalizar a aplicação de um plano de 20 pontos para encerrar a guerra entre Israel e o Hamas.
Convites e Reações Internacionais
A diplomacia mundial começou a se movimentar após o envio das cartas da Casa Branca:
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Israel: O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu recebeu o convite, mas ainda não confirmou oficialmente se aceitará a vaga.
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Rússia: O Kremlin confirmou que o presidente Vladimir Putin recebeu a proposta por canais diplomáticos.
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Brasil e América Latina: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado como membro fundador, assim como Javier Milei (Argentina) e Santiago Peña (Paraguai).
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França (Recusa): O governo de Emmanuel Macron recusou o convite. Paris alega que a proposta atual fere os princípios e a estrutura das Nações Unidas.
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Outros Convidados: A lista inclui líderes da Turquia, Egito, Jordânia e o primeiro-ministro do Canadá.
Estrutura e Composição do Conselho
O Conselho de Paz será presidido pelo próprio Donald Trump e contará com uma junta executiva de nomes influentes:
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Governo Americano: Marco Rubio (Secretário de Estado) e Steve Witkoff (Enviado para Gaza).
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Conselheiros e Aliados: Jared Kushner (genro de Trump), o ex-premiê britânico Tony Blair e Roberto Gabriel.
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Setor Financeiro: Marc Rowan (Apollo Global Management) e Ajay Banga (Presidente do Banco Mundial).
Relação com a ONU
Embora conte com o aval do Conselho de Segurança da ONU, o novo órgão gera debates. Especialistas e diplomatas alertam que o grupo pode se tornar uma estrutura paralela às Nações Unidas, servindo para reforçar os interesses estratégicos de Washington no cenário global.




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