Um novo lote de documentos relacionados à investigação sobre Jeffrey Epstein, divulgado na sexta-feira (30), inclui referências a diversas figuras públicas, como o ex-presidente Donald Trump, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, o secretário de Comércio Howard Lutnick e o bilionário Richard Branson. Os documentos, compilados pelo FBI, contêm alegações de agressão sexual contra Donald Trump, originadas de denúncias anônimas e informações não confirmadas. O Departamento de Justiça emitiu um comunicado negando as acusações contra Trump, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.
Em um e-mail rascunho, Epstein alega que Bill Gates teve relações extraconjugais e o auxiliou com drogas após encontros sexuais com mulheres russas, além de facilitar encontros com mulheres casadas. A Fundação Gates negou as acusações, rotulando-as como “absolutamente absurdas”.
Os arquivos revelam ainda uma relação amistosa entre Epstein e Richard Branson, com trocas de e-mails, incluindo um em que Branson faz referência a um “harém”. Um representante de Branson esclareceu que qualquer contato com Epstein ocorreu há mais de 12 anos, em encontros de grupo ou de negócios, e que ele jamais usaria o termo “harém” se conhecesse todos os fatos. Elon Musk também é citado em trocas de mensagens com Epstein, e o empresário afirmou estar ciente de que a correspondência poderia ser mal interpretada.
Fonte: AFP




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