Deputado quer PF no caso Lulinha e detona CPMI do INSS

Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) cobra posicionamento sobre inquérito e critica tentativa de envolver Flávio Bolsonaro.

Sóstenes Cavalcante decide entrar na CPI que investiga as fraudes no INSS após uma série de vitórias do governo Lula

O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) anunciou que vai acionar a Polícia Federal.

Ele quer um parecer sobre o inquérito que isenta Lulinha, filho do presidente Lula, das investigações da CPMI do INSS.

Sóstenes questiona a demora da PF em se manifestar.

O deputado também classificou como “ridícula” a tentativa de ligar Flávio Bolsonaro ao caso, através de uma assessora.

Segundo ele, Flávio Bolsonaro usará a CPMI como palanque eleitoral.

A CPMI investiga a relação de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) com Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS), preso desde 12 de setembro de 2025.

Um depoimento à PF, citado na CPMI, aponta que Lulinha teria recebido valores de Careca do INSS.

Entre os valores, estariam cerca de 25 milhões (moeda não especificada) e uma “mesada” de R$ 300 mil.

A testemunha, Edson Claro, ex-funcionário de Careca do INSS, afirma estar sendo ameaçado.

Ele é investigado pela PF e seu depoimento ocorreu em 29 de outubro de 2025.

Claro não foi convocado para depor na CPMI após pressão de governistas.

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