O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), respondeu nesta sexta-feira (6) às declarações de José Dirceu (PT) sobre a aliança entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dirceu classificou a união como um ‘acordo político’.
Questionado, Alckmin agradeceu o ‘estímulo’ de Dirceu, mas não adiantou seus planos políticos para este ano. ‘Vamos esperar um pouquinho’, afirmou o vice-presidente.
José Dirceu afirmou que a manutenção de Alckmin na chapa de Lula foi fundamental para a campanha. A declaração ocorreu durante as comemorações dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, em Salvador.
Ao classificar a união Lula–Alckmin como acordo, Dirceu indicou que o objetivo central foi impedir a reeleição de Jair Bolsonaro (PL).
Indagado sobre possíveis adversários políticos, Alckmin evitou citar nomes e declarou que atua em defesa da democracia, e não por disputas pessoais.
As declarações foram feitas em São Paulo, em entrevista à Jovem Pan, após participação no programa Visão Crítica.
Dirceu também defendeu a candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ao governo de São Paulo em 2026. Ele considera importante que Haddad dispute o Palácio dos Bandeirantes, sem descartar uma possível candidatura ao Senado.
Fernando Haddad tem se mostrado cauteloso em confirmar sua candidatura, preferindo se concentrar em suas atribuições políticas e na coordenação da campanha de Lula à reeleição.




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