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POLÍTICA

Kim Kataguiri avalia candidatura ao governo de SP em junho

Deputado federal do Partido Missão surpreende com pontuação em pesquisas e cogita disputar o Palácio dos Bandeirantes.

17/03/2026 às 03:49
3 min de leitura
Kim Kataguiri em entrevista ao Direto em Ponto, da Jovem Pan News

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O deputado federal Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) anunciou nesta segunda-feira (16) que a decisão sobre sua possível candidatura ao governo de São Paulo será tomada em junho. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan News.

“Essa não era uma coisa que estava no meu radar, nunca manifestei desejo de disputar as eleições para o governo do estado neste ano, mas incluíram meu nome nas pesquisas e a minha pontuação me surpreendeu”, afirmou Kataguiri, demonstrando surpresa com o apoio recebido.

Desafios e Estratégias

O parlamentar reconheceu a força do atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que, segundo ele, possui mais recursos por já ocupar o cargo, ter uma coligação robusta e ser um nome mais conhecido.

Kataguiri também ponderou que sua candidatura poderia impulsionar as chapas do partido à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), além de fortalecer a candidatura de Renan Santos, presidente do Partido Missão, à Presidência da República.

“A gente pretende fazer isso mostrando no campo da direita, mas atraindo e estando aberto a pessoas de todos os espectros políticos que nós temos as propostas mais concretas, mais profundas, duras e corajosas com relação ao enfrentamento ao crime organizado”, explicou Kataguiri sobre a estratégia de campanha.

Críticas ao União Brasil

O deputado criticou a sua antiga legenda, União Brasil, afirmando que a relação com o partido “continua muito ruim”. Para Kataguiri, o Partido Missão se diferencia por ser “um partido de verdade”, com militância, programa e ideais, ao contrário do União Brasil, que ele descreveu como “um ajuntamento de pessoas que disputam a eleição”.

“Como você explica um partido ter 15 deputados na oposição, ao mesmo tempo que tem 40 deputados na base do governo e indica ministérios para o governo? Obviamente, não existe programa, porque, se existisse, ou todo mundo era oposição ou todo mundo era governo”, finalizou o deputado.

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Mariana Costa

Redatora especializada em cidadania e políticas públicas. No MS Digital News, dedica-se a apurar histórias que impactam diretamente a vida do sul-mato-grossense, com compromisso ético e transparência. Acredita no jornalismo como ferramenta de transformação social.

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