Uma juíza americana rejeitou neste sábado o pedido do estado de Minnesota para obrigar o Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) a suspender suas operações em larga escala no estado. As autoridades federais realizaram operações em busca de imigrantes sem documentos por ordem do ex-presidente Donald Trump. A presença dos agentes migratórios causou tensão na população, que protestou contra o ICE. Dois manifestantes morreram durante as operações. Minnesota argumentou que a operação violava seus direitos estaduais, mas a juíza federal Katherine Menendez considerou que o equilíbrio dos prejuízos não favorece a concessão de uma medida cautelar. A decisão não constitui um julgamento definitivo sobre a ação geral apresentada pelo estado, nem se pronunciou sobre a legalidade das operações do ICE. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, expressou decepção com a decisão. As mortes de Renee Good e Alex Pretti geraram protestos, levando Trump a substituir o chefe da Alfândega e Proteção de Fronteiras, Gregory Bovino, por Tom Homan. David Schultz, professor da Universidade de Hamline, mencionou que Minnesota alegava que o governo estava coagindo o estado. A procuradora-geral Pam Bondi descreveu a decisão como uma vitória legal, reafirmando o compromisso da administração em aplicar a lei federal em Minnesota. A operação Metro Surge, à qual também se opõe a liderança democrata do estado, provocou um protesto massivo de habitantes de Minnesota na sexta-feira.
Justiça dos EUA nega pedido de Minnesota para suspender operações do ICE
Juíza Katherine Menendez rejeitou o pedido do estado, mantendo as operações de busca por imigrantes sem documentos autorizadas pelo governo Trump.




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