Ataques Israelenses em Gaza Resultam em Mortes e Feridos, Aumentando a Tensão Apesar do Cessar-Fogo

Segundo a Defesa Civil Palestina, ao menos 17 pessoas morreram em decorrência de ataques israelenses nesta quarta-feira. Israel justifica a ação alegando disparos contra seus soldados, que resultaram em um militar gravemente ferido.

Uma mãe chora sobre o corpo de seu filho palestino de três anos, Iyad Ahmed Naeem Al-Rabai’a, que teria sido morto por um ataque aéreo israelense, durante seu funeral no Hospital Nasser em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, em 2 de fevereiro de 2026. Ataques aéreos israelenses mataram 32 pessoas, incluindo crianças, em Gaza em 31 de janeiro, de acordo com a agência de defesa civil do território palestino, já que os militares disseram ter atacado em resposta a uma violação do cessar-fogo pelo Hamas.

A escalada de violência na Faixa de Gaza persiste, mesmo com o cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro, parte do plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Tanto Israel quanto o Hamas trocam acusações sobre o descumprimento da trégua.

De acordo com a Defesa Civil, vinculada ao Hamas, entre os 17 mortos, estão três crianças e seis mulheres. Os ataques atingiram áreas no norte e no sul da Faixa de Gaza, resultando também em dezenas de feridos. Corpos foram levados ao hospital Nasser, em Khan Yunis, e ao hospital Al-Shifa, na Cidade de Gaza.

O Exército israelense declarou ter realizado “ataques de precisão” em resposta a disparos efetuados por “terroristas” contra seus soldados. No sábado anterior, bombardeios israelenses já haviam causado a morte de 32 pessoas, segundo a Defesa Civil. O exército israelense justificou esses ataques como retaliação a violações do cessar-fogo. Fonte: Jovem Pan News

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