EUA e Irã Avançam em Negociações por Acordo de Paz Duradouro na Suíça
Vice-presidente J.D. Vance destaca progresso em questões como Estreito de Ormuz e conflito Israel-Líbano; sanções ao petróleo iraniano são suspensas por 60 dias.
Vice-presidente J.D. Vance destaca progresso em questões como Estreito de Ormuz e conflito Israel-Líbano; sanções ao petróleo iraniano são suspensas por 60 dias.
Diálogo de alto nível em 22 de junho de 2026 avança em mecanismos para o Líbano e Estreito de Ormuz, apesar de tensões por declarações de Trump.
Apesar de advertências do presidente americano e impasses sobre o Estreito de Ormuz, Teerã mantém equipe em diálogo crucial para o Oriente Médio.
Encontro mediado por Catar e Paquistão busca acordo para o Oriente Médio, mas tensões sobre o Estreito de Ormuz e conflitos no Líbano desafiam o início das conversas.
Vice-presidente dos EUA confirma viagem à Suíça para conversas de paz em meio a escalada de tensões no Oriente Médio.
Comando militar iraniano justifica medida como resposta a violação de acordo com os EUA e adverte para novas ações.
Acordo mediado por EUA e Catar tenta conter violência que ameaçou pacto de paz regional, levando ao adiamento de negociações cruciais entre Washington e Teerã.
Ataques visam mais de 80 posições do grupo; Tensão aumenta com Donald Trump sobre acordo EUA-Irã e retirada de tropas.
Primeiro-ministro israelense descarta retirada de tropas e reafirma ações contra o grupo xiita, divergindo da estratégia de paz mediada por Donald Trump.
Navios da National Iranian Tanker Company (NITC) cruzaram o Estreito de Ormuz com 3,8 milhões de barris de petróleo, marcando as primeiras exportações do Irã em dois meses; acordo de paz com os EUA será assinado em 19 de junho de 2026, mas ataques israelenses no Líbano geram incerteza.
Memorando de entendimento para cessar conflito no Oriente Médio será assinado em 19 de junho de 2026, reabrindo o Estreito de Ormuz. Israel critica iniciativa enquanto Washington e Teerã preparam novas rodadas de diálogo sobre programa nuclear.
Presidente dos EUA elogia mediação do Catar e aborda programa nuclear iraniano em reunião bilateral na França.
Em cúpula na França, Donald Trump critica premiê israelense por ações no Líbano e minimiza impacto em acordo de paz com o Irã; Teerã adverte Washington.
Ministro iraniano detalha memorando de entendimento, enfatizando retirada israelense como condição inegociável para cessar-fogo permanente, enquanto Israel mantém postura de ocupação.
Assinado virtualmente na segunda-feira, pacto encerra meses de conflito, mas Irã cobrará taxas e Israel adverte: "a luta não acabou".
Primeiro-ministro israelense declara que "a luta não acabou" e defende ofensiva militar, apesar da assinatura do cessar-fogo e da reabertura do Estreito de Ormuz.
Ministros Ben-Gvir e Katz reiteram soberania israelense; Netanyahu indica recusa em cláusulas sobre o Líbano. Críticas de Trump marcam o cenário.
Movimento pró-Irã frustra acordo negociado em Washington, enquanto novos bombardeios israelenses causam vítimas e deslocamento em massa no sul do país.
Líder do grupo xiita demanda cessar-fogo abrangente enquanto negociações entre EUA e Irã permanecem estagnadas. Forças israelenses mantêm ataques no sul do Líbano.
Líder israelense minimiza "desentendimentos táticos" sobre Líbano e Irã, reforçando que os pontos de consenso superam as divergências com o presidente dos EUA.
Presidente dos EUA confirmou desentendimento após revelações sobre críticas ao premiê israelense e preocupações com isolamento internacional.
Negociações enfrentam impasse enquanto Irã debate termos do acordo provisório. Desconfiança iraniana e escalada israelense no Líbano dificultam o diálogo.
Presidente dos EUA afirma que Netanyahu desistiu de enviar tropas a Beirute; grupo libanês promete cessar ataques.
Premiê libanês denuncia "escalada perigosa" enquanto tropas israelenses avançam e negociações de segurança prosseguem em Washington.
Agência da ONU para a infância adverte que a tomada de 70% da Faixa agravará a crise humanitária e sanitária entre crianças, já afetadas por superlotação e doenças em meio a um frágil cessar-fogo.
Decisão do primeiro-ministro israelense, anunciada ontem, eleva a meta de controle territorial e ignora termos de acordo com o Hamas em vigor desde outubro de 2025.
Embaixador Danny Danon critica inclusão iminente do país em lista da ONU e acusa secretário-geral de equivalência moral com Hamas.
Bombardeio ocorre dias após morte do predecessor; Mohammed Odeh é apontado como mentor do ataque de 7 de outubro.
Mojtaba Kian, condenado por fornecer informações estratégicas e coordenadas de instalações de defesa, teve a sentença cumprida por enforcamento neste domingo, 25 de maio.
Líder Naim Qasem expressa otimismo sobre cessar-fogo regional, mas considera desarmamento inaceitável e critica diálogos com Israel.
Mojtaa Kian foi enforcado neste domingo, 24 de maio de 2026, após repassar informações da indústria de defesa iraniana durante o conflito deflagrado em fevereiro.
Equipe buscou documentação canadense nos Estados Unidos via Ancara, Turquia; conflitos com EUA e Israel geraram incerteza sobre participação no torneio.
Declaração surge após ultimato de Donald Trump; ataques de Israel e EUA em fevereiro de 2026 são citados.
Ministério da Saúde libanês denuncia "massacre" após bombardeio que matou crianças e mulheres, enquanto Hezbollah reporta combates e ataques a Israel.
Presidente dos EUA emite novo ultimato enquanto escalada iraniana e conflito Israel-Hezbollah desestabilizam o Oriente Médio.
Ação em Gaza, confirmada por Tel Aviv e pelo grupo palestino, marca mais um golpe na liderança do movimento em meio à contínua campanha de retaliação.
Cessar-fogo, em vigor desde abril, é prorrogado por mais 45 dias com mediação americana, visando acordo permanente em meio a um conflito regional que já resultou em milhares de mortos.
Acordo busca negociações de paz permanentes; conflito regional intensifica mortes desde março de 2026.
Netanyahu exige retirada de urânio enriquecido iraniano. Donald Trump ameaça novos ataques, enquanto Teerã alerta contra investidas no Golfo após incidentes com cargueiros.
Brasileiro Thiago Ávila e palestino-espanhol Saif Abu Keshek foram presos em 30 de abril em águas internacionais, durante tentativa de romper bloqueio e entregar ajuda.
Brasileiro Thiago Ávila e espanhol-palestino Saif Abu Keshek serão entregues às autoridades migratórias após protestos de seus países.
Thiago Ávila e Saif Abu Keshek, detidos em águas internacionais, têm apelo negado; acusações de Israel e denúncias de maus-tratos geram crise diplomática.
Organização cobra investigação sobre acusações de maus-tratos a brasileiro e espanhol-palestino, presos desde 30 de abril de 2026 em Israel.
Defesa aérea dos EAU atua pelo segundo dia consecutivo contra mísseis e drones; cessar-fogo entre EUA e Irã sob risco iminente após escalada regional.
Brasileiro Thiago Ávila e espanhol-palestino Saif Abu Keshek terão detenção estendida até domingo (10) em Ashkelon, enquanto advogada denuncia "tortura psicológica" e governos condenam ação.
Grupo palestino classifica ações como violação de cessar-fogo e política de anexação; Washington avalia proposta de paz iraniana em meio a tensões regionais.
Guarda Revolucionária pressiona Washington após Donald Trump rejeitar proposta de paz de Teerã, enquanto cessar-fogo precário e negociações frustradas mantêm a região em alerta máximo neste 3 de maio de 2026.
Acusados de vínculos com organização ligada ao Hamas, Thiago Ávila e Saif Abu Keshek tiveram prisão estendida por dois dias; governos de Brasil e Espanha condenam "sequestro".
Brasileiro Thiago de Ávila e sueco-espanhol Saif Abukeshek foram transferidos para prisão de Shikma após captura em águas internacionais. Denúncias incluem espancamentos e privação de cuidados médicos.
Enquanto maioria dos 175 ativistas desembarcou em Creta, Ávila e Saif Abu Keshek são acusados de "atividade ilegal" e "filiação a terrorismo", respectivamente, após interceptação no Mediterrâneo.