CPMI do INSS pede prorrogação para concluir investigação sobre fraudes
Comissão busca mais tempo para analisar fraudes em empréstimos consignados e apresentar relatório final.
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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) solicitou ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a prorrogação do prazo para conclusão de seus trabalhos. O prazo atual para a apresentação do relatório final é 28 de março.
O pedido de prorrogação, de 60 dias, foi formalizado na segunda-feira (23) pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), que solicitou a Alcolumbre as “providências cabíveis para regular o prosseguimento” da solicitação.
Foco nas Fraudes em Consignados
A CPMI, instalada em 20 de agosto, já realizou 32 reuniões e está concentrada em analisar fraudes em empréstimos consignados, incluindo suspeitas de assédio, concessões sem consentimento e renovações fraudulentas que resultaram em dívidas impagáveis.
O calendário da CPMI previa a oitiva de testemunhas até 19 de março, a apresentação do relatório final no dia 23, e a votação no dia 26. Com o pedido de prorrogação, essas datas podem ser alteradas.
O Caso “Careca do INSS”
Em 2025, a comissão ouviu Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como o operador de um esquema que movimentou R$ 24,5 milhões em cinco meses. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), o qualificou como “autor do maior roubo a aposentados e pensionistas da história do Brasil”.
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André Vilela
Formado em Comunicação Social, atua no jornalismo digital com foco na agilidade e precisão da informação. Cobre o cotidiano das cidades sul-mato-grossenses, trazendo os fatos assim que eles acontecem. Apaixonado por tecnologia e novas mídias.
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