Irã assume ataque a gabiente de Netanyahu e sede da Força Aérea israelense
Guarda Revolucionária do Irã reivindica ataque com mísseis, elevando tensões no Oriente Médio. Israel ainda não se manifestou.
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A Guarda Revolucionária do Irã assumiu a responsabilidade, nesta segunda-feira (2), por um ataque com mísseis direcionado ao gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e ao quartel-general do comandante da Força Aérea de Israel.
Em comunicado divulgado pela agência de notícias Fars, o exército ideológico da República Islâmica declarou: “O gabinete do primeiro-ministro criminoso do regime sionista e a sede do comandante da força aérea do regime foram atacados”.
Até o momento, o governo israelense não se pronunciou sobre o ataque.
Críticas e Vítimas
Segundo dados oficiais, desde o início dos ataques dos EUA e de Israel, 555 pessoas morreram no Irã. A Cruz Vermelha Iraniana informou, também nesta segunda-feira, que “como resultado dos ataques terroristas EUA-Sionismo em várias regiões do nosso país, 131 cidades foram afetadas até o momento e, lamentavelmente, 555 de nossos compatriotas foram mortos”.
Negociação Negada
Após os ataques aéreos, Ali Larijani, chefe do Conselho de Segurança Nacional iraniano, negou qualquer negociação com o governo americano. “Não negociaremos com os EUA”, afirmou Larijani, desmentindo notícias de que representantes iranianos teriam tentado iniciar conversas com Washington.
Acusações a Trump
Larijani também acusou o presidente americano Donald Trump de ter “mergulhado a região no caos com seus ‘sonhos ilusórios'”, acrescentando que Trump agora está preocupado com as perdas entre as forças americanas.
*Com informações da AFP
Fonte: Jovem Pan News
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Mariana Costa
Redatora especializada em cidadania e políticas públicas. No MS Digital News, dedica-se a apurar histórias que impactam diretamente a vida do sul-mato-grossense, com compromisso ético e transparência. Acredita no jornalismo como ferramenta de transformação social.
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