Terça-feira, 31 de Março de 2026
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POLÍTICA

Condenado por morte de petista em Foz do Iguaçu cumprirá pena em casa

Ex-policial penal Jorge Guaranho, condenado a 20 anos, obteve domiciliar por problemas de saúde e já está sendo monitorado.

31/03/2026 às 10:40
3 min de leitura
Julgamento ex-policial

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O Tribunal de Justiça do Paraná autorizou que o ex-policial penal Jorge Guaranho cumpra pena em regime domiciliar, com monitoramento por tornozeleira eletrônica. Ele foi condenado a 20 anos de prisão pelo assassinato de Marcelo Arruda, tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu.

A decisão foi publicada em 17 de março, e Guaranho deixou o Complexo Médico Penal no dia seguinte, retornando a Foz do Iguaçu.

Decisão Judicial e Argumentos da Defesa

A concessão da prisão domiciliar atendeu a um pedido da defesa, que alegou severas dificuldades de saúde decorrentes das lesões sofridas por Guaranho. Os advogados argumentaram que ele apresenta limitações motoras e neurológicas que comprometem atividades básicas do dia a dia.

A defesa também alegou que o sistema prisional não oferece o tratamento médico adequado, relatando quedas frequentes, tonturas e a ausência de adaptações necessárias, como mobiliário apropriado.

O Judiciário entendeu que o ambiente carcerário não oferece suporte adequado às condições clínicas apresentadas, justificando a substituição do regime fechado pela prisão domiciliar.

Condições da Prisão Domiciliar e Reação da Família

Guaranho deverá cumprir a pena em Foz do Iguaçu, com autorização para sair apenas para atendimento médico previamente comunicado à central de monitoramento, exceto em emergências.

Os advogados da família de Marcelo Arruda informaram que acompanham o caso e devem adotar medidas judiciais, ressaltando a necessidade de rigor na execução penal, dada a gravidade do crime e seu impacto social.

Relembre o Crime

O crime ocorreu em 9 de julho de 2022, durante a festa de 50 anos de Marcelo Arruda. Guaranho invadiu a festa e, após uma discussão, disparou contra Arruda, que faleceu no dia seguinte. A acusação foi de homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por expor a vida de outras pessoas ao perigo.

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André Vilela

Formado em Comunicação Social, atua no jornalismo digital com foco na agilidade e precisão da informação. Cobre o cotidiano das cidades sul-mato-grossenses, trazendo os fatos assim que eles acontecem. Apaixonado por tecnologia e novas mídias.

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