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Catar e Marrocos lideram apoio de federações árabes a Infantino em meio a crise na Fifa

Seis federações árabes de futebol declaram apoio público ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, nesta quinta-feira (13).

13/08/2026 às 14:32
3 min de leitura
Uefa ameaça processar Infantino e alerta sobre não destruir provas em meio a crise na Fifa
Presidente da Fifa, Gianni Infantino (Reprodução)

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O Catar e Marrocos estão entre as seis federações nacionais de futebol árabes que manifestaram apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, nesta quinta-feira (13). O apoio foi declarado pelos presidentes de cada federação, em um momento de crise na entidade após o fracasso de um plano de investimento privado.

Federações árabes reiteram confiança em Infantino

Em nota conjunta divulgada nesta quinta-feira, as federações árabes afirmaram que “reconhecem o importante papel do futebol árabe na união das pessoas e no fortalecimento da cooperação entre as federações. Expressamos nosso total apoio ao sr. Gianni Infantino”.

As federações também reafirmaram sua confiança no atual presidente, destacando seu “compromisso contínuo com o desenvolvimento do futebol em todo o mundo”. O documento foi assinado por nomes como o xeque Hamad bin Khalifa Al Thani, presidente da federação do Catar, e Hany Abo Rida, presidente da federação do Egito.

  • Signatários da nota: Catar, Egito, Líbano, Sudão, Marrocos e Mauritânia.
  • Membros do Conselho da Fifa: Quatro dos seis signatários integram o conselho.

Algumas dessas federações pertencem à Confederação Asiática de Futebol, que já havia manifestado descontentamento quando o plano de investimento foi anunciado. Catar sediou a Copa do Mundo de 2022, enquanto Marrocos será anfitrião do torneio em 2030, ao lado de Portugal e Espanha.

Crise e falta de apoio a Infantino

O presidente da Fifa enfrenta uma revolta aberta de três confederações — Uefa, AFC e Concacaf —, que criticaram sua conduta e exigiram sua renúncia. A crise se intensificou após Infantino propor a separação dos direitos comerciais da Copa do Mundo e a venda de 20% deles a investidores privados, com o objetivo de arrecadar cerca de US$ 4,2 bilhões (R$ 24,8 bilhões). O plano gerou reações negativas e foi abandonado.

Nesta quinta-feira (13), a Irlanda também retirou seu apoio ao presidente. Em comunicado, a federação irlandesa informou que revogava a carta de apoio enviada no início do ano e que os recentes eventos levantavam “preocupações significativas em relação à governança, transparência e falta de consultas significativas”.

Na última semana, a Fifa pediu desculpas às suas 211 federações-membro pelos erros na condução da proposta, após uma reunião de emergência no Marrocos. A instituição afirma que sua liderança tem total apoio a Infantino.

Com informações da Agência Brasil

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André Vilela

Formado em Comunicação Social, atua no jornalismo digital com foco na agilidade e precisão da informação. Cobre o cotidiano das cidades sul-mato-grossenses, trazendo os fatos assim que eles acontecem. Apaixonado por tecnologia e novas mídias.

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