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ESTADO

Empresário de Ponta Porã é alvo da Operação Ifrit

Empresário de Ponta Porã é alvo da Operação Ifrit, que investiga tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.

04/11/2026 às 08:17
3 min de leitura
Empresário de Ponta Porã é alvo da Operação Ifrit da Polícia Federal
Policial federal durante cumprimento de mandado em Campo Grande (Foto: Divulgação/PF)

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Empresário de Ponta Porã é alvo da Operação Ifrit, que investiga tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro. A operação foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (4) pela Polícia Federal e pela Receita Federal em sete estados.

Mandados em sete estados

A operação cumpre 76 mandados de busca e apreensão, 25 de prisão preventiva e uma de prisão temporária. As medidas foram autorizadas pela Justiça Federal de Campo Grande, que também determinou o monitoramento eletrônico de três investigados e o afastamento de três policiais civis.

A ação ocorre em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia:

  • Mato Grosso do Sul
  • Santa Catarina
  • Paraná
  • São Paulo
  • Mato Grosso
  • Goiás
  • Rondônia

Empresário de Ponta Porã é um dos alvos

Adel Hassan Haidar, sócio-administrador da empresa Adel Hassan Haidar Ltda, conhecida pelo nome fantasia Residencial Nossa Senhora, está entre os alvos. A firma, aberta em maio de 2001, atua no setor de hospedagem e no comércio de veículos. A Polícia Federal não confirmou qual a participação do empresário no esquema nem se houve prisão.

Investigação aponta organização transnacional

Segundo a PF, a organização criminosa é liderada por um núcleo familiar, com ligações com facções criminosas e participação de agentes de segurança. Entre os investigados estão policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul e um policial rodoviário federal. O grupo é suspeito de sequestros, torturas, atentados e homicídios, além do uso de armas e veículos blindados.

Fronteira como ponto estratégico

A principal área de atuação ficava na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, no Paraguai. As investigações indicam que drogas eram adquiridas na Bolívia, no Peru e no Paraguai. Parte abastecia o Brasil; outra seguia para a Europa, principalmente Espanha e Portugal.

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Mariana Costa

Redatora especializada em cidadania e políticas públicas. No MS Digital News, dedica-se a apurar histórias que impactam diretamente a vida do sul-mato-grossense, com compromisso ético e transparência. Acredita no jornalismo como ferramenta de transformação social.

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