STJ deixa gratificação de ministros do Executivo fora do teto salarial
Anuncie Aqui
Mude a Cidade
Ouça ao vivo
Mude a Cidade
Ouça ao vivo
Corte argumentou que recursos são uma retribuição pela participação em conselhos fiscais e que, por isso, não entram no subsídio recebido pelos ministros
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os recursos recebidos por ministros por participação em conselhos fiscais não devem entrar no teto salarial. Os ministros já ganham R$ 40 mil mensalmente. Na prática, a regra vale apenas para estatais autossuficientes. Portanto, seguem o limite de remuneração empresas públicas e parcerias mistas que recebem recursos da União. O argumento utilizado pelo STJ foi de que os recursos são um tipo de retribuição paga pela atividade de conselheiro, não estando dentro do subsídio recebido pelo magistrado na função específica de ministro do Executivo. De acordo com o relator do caso,ministro Francisco Falcão, essas empresas possuem natureza jurídica privada, e, portanto, os recursos repassados também são de origem privada. A ação analisada pelo STJ foi proposta em 2012.
*Com informações da repórter Letícia Miyamoto
Fonte: Jovem Pan News
Anuncie Aqui
Alcance milhares de leitores
Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
Ver mais matérias
Comentários