O Senado da Argentina aprovou, na madrugada desta quinta-feira (12), a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. A medida visa modificar radicalmente as condições de trabalho no país.
Após mais de 14 horas de sessão, marcadas por protestos intensos no centro de Buenos Aires, o projeto foi aprovado por 42 votos a favor e 30 contra.
Karina Milei, secretária-geral da presidência e irmã do presidente, e Manuel Adorni, chefe de Gabinete de Ministros, acompanharam a votação no Senado.
“Histórico, VLLC (Viva la llbertad, carajo)”, celebrou Milei nas redes sociais após a aprovação.
Agora, os senadores votarão individualmente cada um dos 26 capítulos do projeto. Posteriormente, a proposta seguirá para a Câmara dos Deputados com as possíveis modificações.
O governo de Milei busca aprovar a lei antes de 1º de março, data de início do período ordinário do Congresso.
A aprovação no Senado é a primeira vitória do A Liberdade Avança (LLA) no Congresso em 2026.
O projeto obteve apoio da União Cívica Radical (UCR), do Proposta Republicana (PRO) – liderado por Mauricio Macri – e de blocos federais.
Durante o debate, a Praça do Congresso em Buenos Aires foi palco de confrontos entre manifestantes e forças de segurança.




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