STF mantém pena de 14 anos para Débora do Batom
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Condenação inclui pichações na estátua da Justiça e tentativa de golpe contra o Estado de Direito
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unânime, manter a sentença de 14 anos de prisão para Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, por participação em atos considerados golpistas. Ela ficou nacionalmente conhecida após pichar a frase “perdeu, mané” na estátua da Justiça, localizada em frente ao STF.
O julgamento foi encerrado com o voto do ministro Luiz Fux, que acompanhou o relator, Alexandre de Moraes, e os demais ministros da turma. Débora foi condenada por crimes como associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Essa decisão reforça o posicionamento rigoroso do STF contra ações que representem ameaças à democracia e à ordem pública. A condenação, que já havia sido definida em abril, reflete penas que variam entre 11 e 14 anos de prisão para envolvidos nos atos.
O caso de Débora do Batom se tornou simbólico no combate a ações que buscam desestabilizar o Estado democrático de Direito, servindo como alerta de que atos dessa natureza serão punidos com rigor pela Justiça brasileira.
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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