Trump nega amizade com Epstein após citação em documentos divulgados
Ex-presidente dos EUA se defende de alegações e ataca Epstein e o autor Michael Wolff, alegando conspiração.
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Após a divulgação de mais de três milhões de documentos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o caso Jeffrey Epstein, o ex-presidente Donald Trump se manifestou negando qualquer amizade com o falecido financista. Em publicação no Truth Social, Trump classificou Epstein como “canalha mentiroso” e acusou o autor Michael Wolff de conspirar para prejudicá-lo. Ele também negou ter visitado a ilha de Epstein e ameaçou processar membros da “esquerda radical”.
Os documentos divulgados incluem acusações de abuso de uma menor de 13 anos, com relatos de que Epstein trazia as crianças e Trump as leiloava. Alegações de que Trump teria se relacionado com uma menor de idade e participado do pagamento de dinheiro para obrigá-la a praticar atos sexuais também foram mencionadas.
Embora o nome de Trump já tenha aparecido anteriormente em conexão com o caso Epstein, inclusive em relatos de viagens no jato privado do financista, o Departamento de Justiça, no final de 2025, qualificou algumas das alegações como “falsas e sensacionalistas”. Trump, que não foi acusado de crimes ligados a Epstein, já havia expressado preocupação com a divulgação total dos arquivos, temendo que isso pudesse prejudicar pessoas inocentes.
O caso Epstein, que veio à tona em 2005 com investigações sobre abuso de uma menor de 14 anos, resultou em um acordo judicial que permitiu a Epstein evitar um processo federal, declarando-se culpado de acusações estaduais de prostituição envolvendo menor de 18 anos.
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Mariana Costa
Redatora especializada em cidadania e políticas públicas. No MS Digital News, dedica-se a apurar histórias que impactam diretamente a vida do sul-mato-grossense, com compromisso ético e transparência. Acredita no jornalismo como ferramenta de transformação social.
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