Cúpula Antiesquerda: Governo Trump Mobiliza Países Contra ‘Terrorismo Político’ em 2026
Secretário de Estado Marco Rubio convocou líderes de mais de 60 nações para debater o que descreve como violência política 'de esquerda', em meio à campanha para as eleições legislativas de novembro de 2026.
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O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, convocou líderes de mais de 60 países nesta quinta-feira (16). Ele liderou o mais recente esforço do governo Trump para conter o que chama de terrorismo político “de esquerda”. Este tema representa um ponto emblemático para os republicanos, às vésperas das eleições de meio de mandato de novembro de 2026.
Rubio e outros funcionários pintaram um cenário sombrio. Eles alertaram sobre um futuro dominado por “comunistas e marxistas” caso esses grupos não sejam derrotados. Eles baseiam suas afirmações em um “alarmante aumento” generalizado da violência política por parte da esquerda. Rubio instou os presentes, em sua maioria de países europeus e latino-americanos, a se unirem para tratar do tema. Ele o descreveu como um “ponto cego” da doutrina antiterrorista.
“Muitas pessoas em posições de poder têm repetidamente minimizado atos de violência e até de terrorismo como formas legítimas de expressão política, desde que servissem a uma causa de esquerda”, disse Rubio em suas declarações de abertura. “Uma bomba colocada por um grupo neonazista é um ato nefasto e vil. É. Mas uma bomba colocada por um revolucionário marxista; bem, isso é apenas um excesso trágico de idealismo.”
O presidente americano Donald Trump e seus aliados usam uma retórica dura contra a extrema esquerda. Esta estratégia faz parte da campanha para as eleições legislativas de novembro de 2026. Trump afirmou que a ala esquerdista em ascensão do Partido Democrata é formada por comunistas. Ele alega que esses indivíduos querem “destruir completamente o modo de vida tradicional americano” e até participar de assassinatos.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, também apontou o comunismo. Ele o descreveu como uma guinada política “algo que não vimos nos Estados Unidos”. O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, denunciou “candidatos radicais”. Ele os identificou como “marxistas autodeclarados, que se identificam como tais”.
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Fernando Bastos
Jornalista com mais de 15 anos de experiência na cobertura política e econômica de Mato Grosso do Sul. Especialista em administração pública e bastidores do poder. No MS Digital News, coordena a equipe de reportagem e assina as principais análises sobre o desenvolvimento do estado.
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