Relator rejeita mudanças e acelera votação do fim da escala 6×1
Senador Omar Aziz (PSD-AM) protocolou parecer favorável à PEC, que deve ser analisada na CCJ na próxima semana.
Senador Omar Aziz (PSD-AM) protocolou parecer favorável à PEC, que deve ser analisada na CCJ na próxima semana.
Lula reforçou pressão nesta segunda-feira (24) pela aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1, sem redução de salário.
Pesquisa Genial/Quaest de 15 de julho de 2026 revela opiniões sobre redução de jornada, Desenrola 2.0 e isenção de IR.
Decisão estabelece prazo de 48 horas para a Secom interromper publicações pagas sobre a proposta de extinção da jornada de trabalho, atendendo ação do deputado Carlos Jordy.
Medida extingue escala 6×1, garante dois dias de descanso remunerado e estabelece transição para a nova carga horária de trabalho, sem redução salarial.
Texto, que também extingue a escala 6x1, segue para o Senado após votação expressiva na última quarta-feira, 27 de maio.
PEC protocolada por Rogério Marinho (PL-RN) busca dar autonomia ao trabalhador para negociar carga horária, após Câmara aprovar fim da escala 6x1.
Erika Hilton e André Fernandes protagonizam embate durante debate sobre o fim da escala 6x1, elevando o clima na votação da proposta em 27 de maio de 2026.
Deputado Léo Prates apresenta relatório na Câmara dos Deputados para nova legislação trabalhista em 2026, garantindo duas folgas semanais e sem redução salarial.
Proposta que reduz carga horária e garante dois dias de folga semanais avança com transição em um ano; MEIs podem ser beneficiados.
Presidente do PL defende PEC da jornada de trabalho; Presidente da Câmara, Hugo Motta, garante redução para 40 horas semanais até 2027.
Presidente da Câmara, Hugo Motta, detalha cronograma para nova legislação e pontos inegociáveis, incluindo dois dias de folga e manutenção salarial.
Proposta de emenda constitucional prevê transição de dois anos e busca equilíbrio entre direitos trabalhistas e produtividade econômica em 2026.
Proposta garante duas folgas semanais e segue para o Senado após votação expressiva na Câmara dos Deputados em 27 de maio de 2026.
Hugo Motta não garante apresentação de relatório em maio de 2026; divergências sobre transição travam proposta de redução da jornada.
Presidente defende flexibilidade na jornada de trabalho para atender demandas sociais e reforça parceria com o setor, citando avanço do crédito imobiliário em 2026.
Pesquisa Genial/Quaest revela 68% a favor da mudança, mas apoio cai para 39% se houver redução de salário. Eleitores de Lula e Bolsonaro divergem sobre o tema.
Comissão especial define cronograma intenso de audiências públicas e seminários, com parecer previsto para o dia 20 e votação final em 26 de maio.
Manifestantes na Praça Roosevelt também cobram combate ao feminicídio e reforçam apoio à CLT, em meio a projeto governamental de 40 horas semanais.
Presidente detalha medidas econômicas e sociais, ignora reveses no Congresso e aborda impacto da guerra no Irã.
Novo pacote de medidas, com descontos de até 90% e uso do FGTS, será anunciado em 4 de maio. Lula abordará o tema e o fim da escala 6x1 em pronunciamento.
Presidente Paulo Skaf, da Fiesp, classifica proposta do governo como eleitoreira e articula mandado de segurança para 28 de abril de 2026.
Vice-presidente Geraldo Alckmin associa modernização e produtividade à revisão da jornada de 44 horas semanais, citando o agronegócio como exemplo.
Presidente da Câmara, Hugo Motta, confirma tramitação da PEC apesar de PL enviado pelo governo Lula.
Pedido de vista adiou votação sobre constitucionalidade da PEC que visa reduzir jornada e acabar com escala 6x1.
Relator aprova admissibilidade de PECs que limitam jornada, mas aponta impactos e inconsistências.
Governo acelera tramitação de proposta que visa alterar a CLT sobre a jornada de trabalho e descanso semanal remunerado.
Ministro Guimarães garante que o PL será encaminhado ao Congresso, buscando consenso para votação até o fim de maio.
Líder petista garante mobilização para votar o fim da escala 6x1, enquanto governo planeja projeto próprio.
Planalto nega acordo com o Congresso e planeja enviar projeto próprio sobre a redução da jornada de trabalho.
Expectativa é que proposta de alteração na jornada de trabalho seja apreciada no Plenário até o fim de maio.