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Resgate Concluído: Corpos de Excursionistas Mortos em Erupção do Vulcão Dukono São Recuperados

Equipes indonésias encontram os dois últimos alpinistas vitimados no Monte Dukono, somando três mortes após a erupção na ilha de Halmahera.

10/05/2026 às 09:36
3 min de leitura
Uma foto divulgada em 8 de maio de 2026 pela Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (BASARNAS) mostra equipes de resgate de prontidão após a erupção do vulcão Monte Dukono, em Halmahera do Norte, Maluku do Norte. Três excursionistas morreram em uma erupção do vulcão Monte Dukono, na Indonésia, em 8 de maio, quando se encontraram em uma zona de risco, disseram as autoridades.

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Equipes de resgate da Indonésia concluíram neste domingo (10 de maio de 2026) a recuperação dos corpos dos dois últimos excursionistas mortos durante a erupção do vulcão Dukono. O incidente, ocorrido na sexta-feira (8 de maio de 2026), na ilha de Halmahera, Molucas, resultou na morte de três pessoas: dois cidadãos de Singapura e uma indonésia.

Os socorristas localizaram os dois alpinistas singapurenses no domingo, próximo ao ponto onde o corpo da excursionista indonésia havia sido recuperado no sábado (9 de maio de 2026). Abdul Muhari, porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres, confirmou o encerramento oficial das operações de busca.

As vítimas faziam parte de um grupo de 20 pessoas, acompanhadas por um guia. Os 17 alpinistas restantes, incluindo sete singapurenses, foram evacuados sãos e salvos. A remoção dos corpos apresentou desafios, pois eles estavam “sepultados sob materiais vulcânicos de espessura considerável”, conforme explicou Muhari. No sábado, socorristas indicaram que os corpos dos singapurenses estavam entre 20 e 30 metros da borda da cratera.

O Monte Dukono, um dos vulcões mais ativos da Indonésia, mantém o nível dois de alerta, em uma escala de quatro, desde 2008. As autoridades impuseram uma zona de exclusão de quatro quilômetros ao redor da cratera desde dezembro de 2024.

A polícia informou na sexta-feira que os excursionistas ignoraram os avisos de segurança. Placas de advertência na entrada da trilha e alertas nas redes sociais orientavam as pessoas a se manterem afastadas da área de risco, segundo Lana Saria, chefe da Agência Geológica do governo.

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André Vilela

Formado em Comunicação Social, atua no jornalismo digital com foco na agilidade e precisão da informação. Cobre o cotidiano das cidades sul-mato-grossenses, trazendo os fatos assim que eles acontecem. Apaixonado por tecnologia e novas mídias.

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