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INTERNACIONAL

Líbano e Israel Prorrogam Cessar-Fogo por 45 Dias

Acordo busca negociações de paz permanentes; conflito regional intensifica mortes desde março de 2026.

16/05/2026 às 06:46
3 min de leitura
Uma bola de fogo se eleva do local de um ataque aéreo israelense que teve como alvo um prédio no bairro de Bashoura, em Beirute, na madrugada de 18 de março de 2026. O Líbano foi arrastado para a guerra no Oriente Médio em 2 de março, quando o grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã, lançou foguetes em direção a Israel em resposta aos ataques conjuntos dos EUA e de Israel que mataram o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

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O Departamento de Estado americano anunciou nesta sexta-feira (15 de maio de 2026) a prorrogação do cessar-fogo entre Líbano e Israel por mais 45 dias. O acordo, em vigor desde 17 de abril de 2026 e já prorrogado em 23 de abril de 2026, visa facilitar negociações para um pacto de segurança e paz permanente na região.

Conflito e Casualidades Persistem

As hostilidades entre o Hezbollah e Israel reacenderam em 2 de março de 2026. O grupo abriu fogo em apoio ao Irã, intensificando a guerra regional em curso. O cessar-fogo no Líbano surgiu paralelamente aos esforços de Washington para resolver seu conflito com Teerã. O Irã solicitou a inclusão do Líbano em qualquer trégua mais ampla.

Autoridades libanesas registram cerca de 2.500 mortes no Líbano desde a ofensiva israelense, iniciada após o ataque do Hezbollah em 2 de março de 2026. Mesmo com a trégua em vigor desde abril de 2026, o exército israelense continuou atacando alvos do Hezbollah no Líbano. Estas ações causaram a morte de pelo menos 400 pessoas, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais.

Impacto na Paz Regional e Economia Global

A campanha de Israel no Líbano representa um grande obstáculo para um acordo de paz. O presidente dos EUA, Donald Trump, busca encerrar a guerra contra o Irã, lançada por ele e Israel no final de fevereiro de 2026. Este conflito interrompeu o comércio global de energia, elevando os preços do petróleo e arriscando mais consequências econômicas.

*Com informações de agências internacionais

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Mariana Costa

Redatora especializada em cidadania e políticas públicas. No MS Digital News, dedica-se a apurar histórias que impactam diretamente a vida do sul-mato-grossense, com compromisso ético e transparência. Acredita no jornalismo como ferramenta de transformação social.

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