Atacante Argentino Perde Contato com Família Após Terremotos na Venezuela
Edifício onde moravam esposa e filhos de Lucas Trejo desabou em Praia Grande; país contabiliza quase 200 mortos e mil feridos em junho de 2026.
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“Nosso prédio caiu”, disse o atacante Lucas Trejo, que ainda não obteve contato da esposa e dos filhos. O jogador argentino relatou nesta quinta-feira, 25 de junho de 2026, a perda de comunicação com sua família após os fortes terremotos que devastaram a Venezuela. Atualmente, Trejo atua no Club Sport Marítimo de La Guairao, equipe da segunda divisão venezuelana.
O atleta confirmou que o edifício onde sua esposa, Yani, e seus dois filhos, Aarón e Ainhoa, residiam em Praia Grande, cidade litorânea situada a cerca de 12 quilômetros ao norte de Caracas, desabou durante os tremores. Desde o incidente, Trejo não conseguiu qualquer informação sobre o paradeiro deles.
Apelo por Ajuda e Cenário Devastador
Trejo utilizou suas redes sociais para fazer um apelo urgente, solicitando o compartilhamento da mensagem na esperança de localizar os familiares. Ele expressou a expectativa de que seus entes queridos não estivessem no local no momento do colapso e pediu orações. O drama pessoal do jogador reflete a situação de milhares de venezuelanos atingidos. A Venezuela vive dias de destruição massiva.
As autoridades informaram que os tremores causaram a destruição de imóveis em diversas regiões, resultando no deslocamento de milhares de cidadãos.
Dois Terremotos Gêmeos Agitam o País
Dois terremotos, com magnitudes de 7,2 e 7,5, atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira, 24 de junho de 2026. A diferença de menos de um minuto entre os abalos provocou destruição generalizada. Prédios e casas desabaram em Caracas e outras cidades venezuelanas. Os tremores foram sentidos até mesmo em localidades do Norte do Brasil. O governo venezuelano declarou estado de emergência nacional.
A presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, divulgou um balanço preliminar: quase 200 pessoas morreram e o número de feridos pode alcançar mil. No entanto, o total de vítimas ainda pode aumentar, pois as operações de busca e resgate prosseguem intensamente nas áreas afetadas pelos desabamentos. Mais de 500 equipes de emergência trabalham incansavelmente na procura por sobreviventes sob os escombros de edifícios e residências. Após o ocorrido, diversos países ofereceram ajuda humanitária e suprimentos. A resposta global mobiliza ajuda urgente para a nação.
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Mariana Costa
Redatora especializada em cidadania e políticas públicas. No MS Digital News, dedica-se a apurar histórias que impactam diretamente a vida do sul-mato-grossense, com compromisso ético e transparência. Acredita no jornalismo como ferramenta de transformação social.
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