Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha na CPMI do INSS; Randolfe reage
Presidente do Senado nega pedido de anulação e senador Randolfe Rodrigues defende novas quebras de sigilo.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil – AP), manteve a quebra de sigilo de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, na CPMI do INSS. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (3).
Alcolumbre justificou que a suposta violação das normas regimentais não era evidente. Ele argumentou que, embora apenas 14 parlamentares estivessem presentes na votação, o total de membros da comissão é de 31, exigindo um mínimo de 16 votos para derrubar a medida.
“A suposta violação das normas regimentais não se mostra evidente e inequívoca”, afirmou Alcolumbre durante a sessão.
Reação de Randolfe Rodrigues
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) criticou a decisão de Alcolumbre e defendeu a quebra de sigilo de outras pessoas e empresas ligadas ao caso.
“Queremos também quebrar esses outros sigilos que tem a ver com o tema da CPMI”, disse Rodrigues.
Rodrigues mencionou a chefe do escritório do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, a Clava Fort Bank (fintech com relações com o INSS) e Fabiano Zettel, que teria disponibilizado aviões para a campanha de Bolsonaro em 2022 e feito uma doação de R$ 3 milhões.
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Mariana Costa
Redatora especializada em cidadania e políticas públicas. No MS Digital News, dedica-se a apurar histórias que impactam diretamente a vida do sul-mato-grossense, com compromisso ético e transparência. Acredita no jornalismo como ferramenta de transformação social.
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